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Tecnoplano e Consulgal fiscalizam obra da Linha circular do metro de Lisboa

28 de Setembro de 2020 às 16:11:07

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O consórcio Tecnoplano/ Consulal ganhou o contrato para a fiscalização das empreitadas da chamada linha circular do Metropolitano de Lisboa, que compreende o prolongamento da estação Rato (da linha Amarela) à estação Cais do Sodré (da linha Verde), com duas novas estações em Estrela e Santos.

O contrato ganho pelas duas empresas de consultoria e gestão de projetos de engenharia tem o valor de 4,98 milhões de euros e abrange, além das referidas empreitadas já adjudicadas, que dizem respeito apenas às infraestruturas em “tosco”, a fiscalização das obras dos subsequentes contratos por adjudicar, de acabamentos e equipamentos das estações, túneis, poços de ventilação e viadutos.
“Esta fiscalização abrangerá os recentes contratos adjudicados de construção dos ‘toscos’ para o prolongamento da Linha Amarela a partir do atual término da Estação do Rato à Estação do Cais do Sodré (com uma extensão de cerca de 2 km em túnel de via dupla) e para a construção dos viadutos do Campo Grande junto à 2ª Circular para a ligação das linhas do Norte à estação do Campo Grande, bem como os contratos por adjudicar para os acabamentos e fit-out destas importantes infraestruturas,” explica, em comunicado, Pedro Matos de Pinho, administrador executivo da Tecnoplano. “Recebemos com muito agrado a notícia de que poderemos utilizar o conhecimento e a experiência da Tecnoplano em prol da melhoria da mobilidade na capital, contribuindo também para o relançamento da economia e para a criação de emprego. A fiscalização é um elemento vital para o sucesso dos projetos de infraestruturas de transporte e assume uma relevância ainda maior quando se trata de obras públicas em meio urbano”, acrescenta o mesmo responsável.
A obra em causa, recorde-se, vai fazer chegar o Metropolitano a zonas da cidade de Lisboa anteriormente não cobertas por este serviço, e visa reforçar a oferta para os atuais e potenciais utilizadores de transporte coletivo, sobretudo os dos concelhos que dispõem de ligações diretas, ferroviárias e fluviais, ao Cais do Sodré, como Cascais, Almada, Seixal e Montijo. 
O primeiro lote entre o Rato e Santos foi adjudicado à Zagope por 48,6 milhões de euros, enquanto a ligação entre Santos e o Cais do Sodré foi atribuída à Mota-Engil por 73,5 milhões de euros. O terceiro concurso relativo aos viadutos no Campo Grande deverá ser executado pela Teixeira Duarte, com o preço de 19,5 milhões de euros.

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