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O governo grego vai privatizar diversas empresas do Estado, tendo em vista, entre outros objectivos, a redução do défice orçamental do país.
Entre as empresas que serão abertas à iniciativa privada, contam-se as que gerem os aeroportos nacionais, sendo o de Atenas detido a 55% pelo Estado grego e os regionais a 100%, os transportes ferroviários e os portos marítimos. O Estado tem ainda participações em empresas dos sectores da energia, bancário e de telecomunicações que serão alvo, também, de privatização.