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Tecnologia da Sika assegura sustentabilidade da barragem de Foz Tua

11 de Abril de 2018 às 17:04:30

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A Sika forneceu à Central e Subestação da Barragem de Foz Tua localizada em Alijó, Vila Real, uma tecnologia inovadora que assegura “rapidez na execução e durabilidade do sistema de impermeabilização” da obra de Eduardo Souto de Moura realizada para a EDP.

“São 7.000 m2 de um sistema inovador – SikaProof® - para impermeabilização de superfícies em betão, que foi aplicado nas coberturas enterradas dos edifícios, e que criam um efeito de total e durável ancoragem ao betão, num sistema de fácil aplicação e com considerável sustentabilidade”, informa-se em comunicado.
Segundo se explica nesta nota, “o SikaProof® pode ser geralmente utilizado para impermeabilizar todos os tipos de bases de betão reforçadas e outras estruturas enterradas que estejam expostas a condições agressivas, ou em condições em que é necessário assegurar um ambiente interior totalmente seco e, ao mesmo tempo, durável”.
“O fornecedor foi selecionado tendo em conta os métodos de resolução das singularidades do projeto, as garantias do fabricante, o portfólio de aplicações semelhantes e a possibilidade de acompanhamento da execução”, adianta Armando Camelo da direção de Engenharia de Barragens da EDP Produção.
“A escolha desta tecnologia específica, para a impermeabilização das coberturas enterradas da obra, deveu-se ao fator inovador da solução no que diz respeito objetivamente ao desempenho e eficácia das membranas escolhidas e, mais ainda, pela rigorosa e simples explicação técnica da sua durabilidade e desempenho a longo prazo", refere por seu turno Tiago Figueiredo, arquiteto responsável pelo acompanhamento do projeto e obra.
“À exigência de um projeto desta envergadura, caracterizado pela sua dimensão e especificidade, somaram-se ainda os requisitos técnicos impostos pelas singularidades que caracterizavam as superfícies de aplicação da própria impermeabilização. E estes foram os motivos que determinaram a escolha por esta solução, esclarece por último Luís Afonso, engenheiro da Mota-Engil na direção da obra.
A nova barragem, recorde-se, representa um investimento de 370 milhões de euros e começou a ser construída há seis anos a pouco mais de um quilómetro da confluência dos rios Tua e Douro e com o paredão a unir os concelhos de Alijó (Vila Real) e de Carrazeda de Ansiães (Bragança).


 

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