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CS relança Climatile para coberturas planas

02 de Junho de 2016 às 15:13:17

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A Coelho da Silva, empresa especializada no fabrico de telhas cerâmicas e de acessórios para revestimento de coberturas e de fachadas acaba de relançar a Climatile, peça cerâmica “com elevada resistência aos agentes climáticos” que apresentou ao mercado em 2012, que surge agora “ainda mais resistente e refinada”.

“O relançamento da Climatile, com uma performance e acabamento superior ao produto original, obrigou-nos a um profundo trabalho de reengenharia ao nível dos nossos processos industriais e é bem a prova do nosso esforço contínuo na procura das melhores soluções”, explica João Arrais, diretor-geral da Coelho da Silva.
Destinada maioritariamente ao uso em edifícios com coberturas planas, a Climatile conserva-se em bom estado durante anos, possuindo as caraterísticas necessárias para um bom desempenho como revestimento de coberturas não acessíveis, com as vantagens térmicas de ser uma cobertura refletora, ventilada e sombreada. “A refletividade da peça é um dos argumentos técnicos principais do produto, já que 80% dos raios solares são refletidos, o que contribui em muito para o conforto térmico no interior dos edifícios”, sublinha João Arrais.
A Climatile é feita em material cerâmico e aplicada diretamente sobre a cama de isolamento térmico. “A própria peça incorpora os suportes e os pés de assentamento necessários para assegurarem a estabilidade e resistência mecânica para que, com as sobrecargas a que estará sujeita e o seu próprio peso, o isolamento térmico não seja danificado”, acrescenta o mesmo responsável.
“A Climatile dará um novo toque de liberdade, aplicabilidade, utilidade e simplicidade às coberturas planas”, refere João Arrais, que destaca outras mais-valias da peça, nomeadamente, a durabilidade, pela natureza do próprio material de que é composta: a facilidade na manutenção da cobertura, devido à simplicidade de manuseamento, e a versatilidade, que garante a estabilidade e resistência da peça.
O facto de a peça incorporar os pés de assentamento, evitando o recurso a assessórios, “reduz significativamente o tempo e custo de instalação, o que se pode considerar também como uma mais-valia em termos económicos”, conclui.
A Coelho da Silva, fundada em 1927, com capital e investimento 100% portugueses, dedica-se ao fabrico de telhas cerâmicas e acessórios para revestimento de coberturas e de fachadas. Detém atualmente uma capacidade produtiva anual de 57 milhões de unidades, é um dos líderes de mercado em Portugal e uma referência no mercado internacional, estando presente em mais de 30 países.

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