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Inaugurada maior central de energia solar de Moçambique construída pela Efacec

07 de Abril de 2022 às 10:53:14

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A Planta Solar de Metoro, construída pela Efacec em Cabo Delgado, foi recentemente inaugurada pelo Presidente da República daquele país Filipe Nyusi, acompanhado pelo ministro dos Recursos Minerais e Energia, Carlos Zacarias, e pelo presidente do Conselho de Administração da Eletricidade de Moçambique, Marcelino Gildo Alberto.

Esta infraestrutura, cujo projeto de engenharia, fornecimento e construção foram atribuídos à empresa portuguesa, que ficou também responsável pela operação e manutenção desta central, encontra-se instalada numa área de cerca de 65 hectares. O projeto de 121.500 módulos fotovoltaicos, localizado em Metoro, no norte de Moçambique, permitirá uma capacidade de produção de 69 GWh por ano, garantindo o consumo de energia verde a mais de 140.000 pessoas, o que corresponde a cerca de 75% da população de Pemba, província de Cabo Delgado, afirma-se em comunicado. “Com a entrada em produção do central solar de Metoro, fica preenchido um dos pressupostos fundamentais para se acelerar o desenvolvimento desta região, com impacto direto na economia local, e na vida das populações, assim como a promoção do acesso à energia a 100% da população moçambicana”, acrescenta-se.
Ângelo Ramalho, CEO da Efacec, afirma que “é muito gratificante a Efacec estar a participar no projeto da Planta Solar de Metoro, que marcará o futuro energético de Moçambique. Com o desenvolvimento e implementação de soluções inovadoras e sustentáveis, a Efacec está há mais de 20 anos a promover o desenvolvimento da evolução energética do país. Agora, reforça a sua posição com este projeto, que aumentará a capacidade de produção e diversificará as fontes de energia, aproveitando o elevado potencial do recurso da energia solar, muito consistente ao longo do território e estável durante o ano. Adicionalmente, é um projeto que evidencia a capacidade de execução da equipa Efacec, que demonstrou para lá das competências técnicas, uma resiliência física, social e humana que permitiu concretizar, com sucesso, este projeto, apesar das condições altamente inóspitas, como as que nos acompanharam ao longo do mesmo”.
Aquele responsável salienta também que “este projeto” (…) só foi possível graças ao esforço, empenho e enorme resiliência de todos os stakeholders envolvidos, em especial da equipa da Efacec no terreno e seus subempreiteiros, tendo toda a etapa de construção e comissionamento decorrido em plena pandemia Covid-19, com impacto não só ao nível das operações no site, mas também em termos de logística e aquisição de materiais. Não menor foi o desafio de se construir esta infraestrutura numa região que durante estes últimos dois anos foi assolada por constantes ataques e ameaças de grupos insurgentes, condições climáticas adversas e desafios ao nível da logística local e internacional, tendo a Efacec implementado os planos de gestão adequados que permitiram a continuidade do projeto e das atividades de construção durante este período, tendo sempre presente a segurança e saúde de todos os trabalhadores”. 
O projeto permitiu a criação de mais de 400 postos de trabalho durante a etapa de construção. Os empregos locais representaram mais de 90% do total de trabalhadores, mantendo-se “padrões extremamente elevados ao longo do período de construção”, conclui-se no referido comunicado.

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