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Gabriel Couto inicia obra da modernização da linha Oeste

17 de Novembro de 2020 às 11:27:30

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As obras de requalificação da linha do Oeste, no valor de 61,7 milhões de euros e que serão executadas pelo consórcio liderado pela Gabriel Couto, vão iniciar-se em breve.

A empreitada faz parte do Programa Ferrovia 2020, tendo sido adjudicada pela Infraestruturas de Portugal às empresas Gabriel Couto, M. Couto Alves e Aldesa Construcciones.
As obras decorrerão, nos próximos dois anos, no trajeto que liga Mira-Sintra/Meleças, em Sintra, a Torres Vedras, e prevê a eletrificação integral do troço, a beneficiação de cinco estações e seis apeadeiros e a criação e melhoria dos acessos às plataformas de passageiros para utentes com mobilidade reduzida.
Com uma extensão de 43 km, este projeto visa suprir as necessidades da população da região, aumentando a qualidade do transporte ferroviário, que passa a ser realizado por comboios elétricos, e beneficiando também as áreas envolventes. A supressão das passagens de nível existentes e sua substituição por nove passagens desniveladas a serem construídas, e a automatização das restantes, com a instalação de sinalização semafórica. "Desta forma, procura-se reforçar as condições de segurança e circulação e, em simultâneo, a reabilitação estrutural, com o rebaixamento da plataforma ferroviária para colocação da catenária nos túneis de Sapataria, Boiaca, Cabaço e Certa", salienta-se em comunicado emitido pela Gabriel Couto.
Para Pedro Nuno Santos, ministro das Infraestruturas, estas obras de requalificação da Linha Ferroviária do Oeste dão resposta aos anseios das populações e vão permitir ter comboios mais amigos do ambiente, mais confortáveis, mais rápidos e frequentes a circular. “A modernização da linha do Oeste é uma obra que estas populações aguardam há muitos anos e que, agora, podemos dizer que vai mesmo acontecer”, referiu, por seu turno, o governante na assinatura da adjudicação deste contrato.
Tiago Couto, diretor da construtora e responsável pelos projetos internacionais e de infraestruturas, destaca as razões que conduziram à adjudicação ao consórcio por si liderado: boa cotação no que respeita à inovação e excelência, que permite a execução rigorosa dos prazos acordados. “Continuamos a investir na vanguarda da engenharia como motor de inovação e desenvolvimento. E com esta obra de ferrovia, vemos o nosso portfólio de obras reforçado nesta área de projetos de infraestruturas", conclui o executivo da empresa minhota.

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