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Quadrante na ligação ferroviária ao Porto de Setúbal

07 de Maio de 2018 às 12:09:07

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O Grupo Quadrante integra o consórcio responsável pelo desenvolvimento dos estudos que visam a eliminação dos constrangimentos na circulação dos comboios de mercadorias nas estações de Praias-Sado e no Porto de Setúbal, um projeto integrado no âmbito do Plano Estratégico PETI 3+.

O projeto, que faz parte do protocolo existente entre a Infraestruturas de Portugal e a Administração do Porto de Setúbal, tem como objetivo maximizar a operacionalidade da linha e permitir o aumento da capacidade de receção de comboios, com redução dos custos de operação e reforço da segurança da circulação ferroviária.
Os estudos e projetos a cargo do consórcio integrado pela Quadrante incluem a alteração de pequenos troços de via na zona de receção/expedição do Porto de Setúbal, um novo feixe de expedição, a supressão e/ou reclassificação de passagens de nível e a eletrificação das linhas existentes e novas associadas ao transporte ferroviário de mercadorias, significando um investimento total estimado de cerca de 17 milhões de euros, precisa a Quadrante em comunicado.
Tiago Costa, administrador e responsável pela área de Transportes do Grupo Quadrante, afirma que “a rede ferroviária da Península de Setúbal desempenha um papel primordial no transporte de passageiros e de mercadorias. As ligações proporcionadas pela confluência das linhas do Sul e do Alentejo, ligando os portos de Lisboa, Setúbal e Sines entre si e, futuramente, à rede Europeia, conferem a este subsistema um importante posicionamento estratégico. Para além disso, o papel que o Porto de Setúbal desempenha hoje em dia na movimentação de mercadorias, exige uma contínua melhoria dos acessos ferroviários”.
O Porto de Setúbal, recorde-se, é atualmente o segundo maior porto nacional, depois de Sines, na movimentação de mercadorias por ferrovia, razão pela qual a contínua melhoria dos acessos ferroviários ao mesmo é um projeto essencial para a materialização de cadeias logísticas multimodais eficientes que potenciem o desenvolvimento e alargamento do seu hinterland, sendo um dos objetivos estabelecidos na “Estratégia para o aumento da competitividade portuária”, apresentada pelo Governo.

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