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Mota-Engil fecha 2017 com carteira de encomendas recorde

06 de Abril de 2018 às 12:09:45

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A Mota-Engil publicou hoje os seus resultados anuais, os quais revelam um crescimento do volume de negócios de 18%, atingindo 2.597 milhões de euros, com as regiões de Africa e da América latina a crescerem 22% e 32%, respetivamente, face ao ano anterior.

Quanto à rentabilidade operacional, o Grupo aumentou em 19% o EBITDA, para 403 milhões de euros, subindo a margem para 16%, o que lhe permite, conforme se refere em comunicado, “como uma empresa com elevado desempenho operacional entre os seus peers europeus do setor, mais do que duplicando o EBIT do Grupo, de 81 para 185 milhões de euros”. Para tal contribuíram “decisivamente” a subida das margens na Europa (13% para 17%) e América Latina (6% para 11%).
Relativamente ao resultado líquido do Grupo, o mesmo foi de 2 milhões de euros, influenciado pelo crescimento dos minoritários (Angola, México e negócio do Ambiente) e pela aplicação da IAS 29, Norma Contabilística que provocou um efeito de -5 milhões de euros de EBITDA e de -12 milhões de euros no resultado do Grupo, gerando em contrapartida um efeito de reforço do capital próprio do mesmo.
Quanto à atividade comercial, e em linha com o crescente dinamismo das economias onde o Grupo marca presença, a empresa concretizou a angariação de um conjunto muito significativo de novos projetos, com preponderância em África (que detém 51% do total da carteira), o que lhe permitiu atingir, pela primeira vez na sua história, uma carteira de encomendas superior a 5 mil milhões de euros (5.138 milhões de euros), valor este que não considera um conjunto de projetos já adjudicados em 2018, no valor de 500 milhões de euros.
Cumprindo as metas definidas para 2017 no âmbito da sua estratégica de gestão financeira, a Mota Engil conseguiu, igualmente, reduzir a sua dívida líquida em 24%, com a redução de 282 milhões de euros, atingindo 877 milhões de euros, concluindo o ano com um rácio confortável de Net Debt / EBITDA de 2,2 (era de 3,4 em 2016 e de 3,6 em 2015), a par de uma redução do custo médio de financiamento e a manutenção de uma maturidade média da dívida próxima dos 2,5 anos (2,4), revelando a “prossecução de uma estratégia de crescimento alinhada com a gestão de dívida criteriosa e alinhada com o que são os objetivos do Grupo de geração de cash-flow e crescimento sustentável”, conclui-se no referido comunicado.

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