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Mota-Engil ganha obras de 220 milhões na Costa do Marfim e no Peru

08 de Março de 2018 às 10:31:07

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A Mota-Engil celebrou um contrato para a construção de um estádio de futebol na Costa do Marfim, obra que terá de estar concluída para o Campeonato Africano de Futebol (CAN), a realizar-se naquele País em 2021.

O projeto, avaliado em 83 milhões de euros, é financiado pelo banco local United Bank for Africa (UBA) e constitui o segundo estádio a desenvolver nos últimos tempos pela construtora portuguesa em África, depois do contrato assinado no verão de 2017, nos Camarões, para a reabilitação do estádio Omnisport Roundé Adja, uma das infraestruturas onde irá decorrer o Campeonato Africano das Nações 2019.

Carteira na Costa do Marfim superior a 540 milhões

Depois de em 2017 ter celebrado um contrato para a recolha de resíduos e limpeza urbana na capital, Abidjan, por um período de 7 anos e um valor próximo dos 320 milhões de euros, a Mota-Engil África celebrou, em janeiro de 2018, um contrato de 140 milhões de euros para a construção, gestão e operação de um aterro, naquela que passará a ser em breve a maior operação de gestão de resíduos no Grupo Mota-Engil, servindo uma população estimada de 4,6 milhões de pessoas.
Com este novo projeto, o Grupo Mota-Engil formaliza, em menos de um ano, o seu terceiro contrato neste país, elevando o seu valor de carteira para um valor superior a 540 milhões de euros na Costa do Marfim.

Novos contratos no Peru no valor de 137 milhões

A Mota-Engil informou ainda que lhe forma adjudicadas três importantes contratos no mercado peruano, no setor privado na área de infraestruturas e do setor mineiro, reforçando a carteira de encomendas da empresa em cerca de 170 milhões de dólares, ou seja, à volta de 137 milhões de euros. Os projetos em causa são: a construção do Porto de San Martin, com um valor de contrato para a Mota-Engil Peru, que participa no consórcio com 33,3%, de 43,2 milhões de dólares, sendo o dono da obra a Terminales Portuarios de Paracas (TPP), na região de ICA, com o prazo de execução de 24 meses; a construção da Barragem de Vizcachas y Bocatoma Titire, no valor de 67,8 milhões de dólares, para a Anglo American Quellaveco, na região de Moquegua, com a duração de 26 meses; e a construção da Fase 4 da Barragem de rejeitos Las Bambas, no valor de 59 milhões de dólares, para a companhia mineira MMG, na região de APurimac, e um prazo de execução de 24 meses.

 


 

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