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Gabriel Couto entra no Senegal e reforça posição na Zâmbia

27 de Março de 2017 às 11:58:35

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A construtora portuguesa Gabriel Couto anuncia a sua entrada no mercado senegalês com um novo projeto internacional e o reforço da sua posição na Zâmbia.

Na sequência da adjudicação e execução da Empreitada “Mazyopa Drainage Project”, em Lusaca, na Zâmbia, e no âmbito do Programa de Reabilitação e Melhoria da Rede de Saneamento da cidade de Lusaca, promovido pela Lusaka Water and Sewerage Company (LWSC), a Gabriel Couto acaba de celebrar mais um contrato com este promotor público para a execução de um novo projeto que visa melhorar o acesso aos serviços de saneamento público, o qual será implementado ao longo de um ano e deverá conectar mais de 2.000 novos clientes na cidade de Lusaca.
Na cerimónia de assinatura em Lusaca, Sylvester Mashamba, diretor da LWSC, referiu que este programa é o primeiro passo para a implementação do plano de saneamento desenvolvido em 2011 para a cidade de Lusaca. Este responsável da LWSC recordou ainda que as obras no âmbito deste contrato são parte de um amplo projeto levado a cabo pela  Lusaka Water Supply, Sanitation and Darinage (LWSSD), empresa pública de abastecimento de água, saneamento e drenagem de Lusaca, e que este projeto global, cujo investimento total ascende a cerca de 223 milhões de euros, a serem investidos num período de cinco anos, é financiado pelo Banco Mundial, Banco Africano de Desenvolvimento (BAD), Banco Europeu de Investimento e Kreditanstalt fur Wiederaufbau (KfW), assim como pelo governo dos EUA através do Millennium Challenge Corporation (MCC), em parceria com o governo da República da Zâmbia.
«A cidade de Lusaca atravessa uma crise de saneamento que ceifa vidas através de surtos anuais de cólera, febre tifoide e disenteria e causa grave poluição ambiental, especialmente em áreas suburbanas onde o acesso aos serviços de saneamento é inadequado», observou o diretor da LWSC na cerimónia de assinatura do contrato. “Estamos confiantes de que, quando este projeto chegar ao fim, a qualidade de vida da população de Lusaca vai melhorar», concluiu Sylvester Mashamba. Por seu turno, Rui Dias, diretor financeiro da Gabriel Couto na Zâmbia, prometeu que as obras em questão serão concluídas no prazo contratualizado.
Quase em simultâneo com este contrato, a construtora portuguesa acaba de ganhar um outro projeto internacional, agora no Senegal, para trabalhos de desenvolvimento, reabilitação e beneficiação de cerca de 15,5 km de estradas urbanas pavimentadas que ligam a cidade de Dakar à estrada de Niayes, no âmbito do financiamento adicional do PATMUR (Projeto de Apoio ao Transporte e à Mobilidade Urbana).
Esta empreitada, referente à “Reabilitação das Vias Adjacentes à Estrada de Niayes”, representa um investimento superior a oito milhões de euros e terá um prazo de execução global de 24 meses.

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