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Garcia, Garcia selecionada pela Eurocast para projeto de referência

24 de Agosto de 2016 às 14:37:05

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A Garcia, Garcia está a executar o seu segundo projeto chave-na-mão para a Eurocast – Grupo GMD.

Menos de um ano após ter concluído a primeira unidade em Arcos de Valdevez, a construtora nacional especializada na conceção e execução de edifícios industriais e logísticos está a construir no Eco-Parque Empresarial de Estarreja a maior fábrica do Grupo GMD.
Com conclusão prevista para dezembro deste ano, aquela que será a maior unidade industrial da multinacional francesa em todo o mundo - com uma área produtiva de mais de 21.000 m2, representa um investimento de cerca de 50 milhões de euro e prevê criar em Estarreja cerca de 170 postos de trabalho diretos.
A escolha para a conceção e construção do edifício industrial recaiu sobre a Garcia, Garcia, “pelo seu elevado grau de especialização neste tipo de unidades e cumprimento de prazos, que, neste tipo de construção, são sempre muito rigorosos, já que uma derrapagem mínima redunda em perdas de milhares de euros”, afirma a administração da Garcia, Garcia.

12.000 m2 de área de produção construídos em apenas três meses

Tendo iniciado os trabalhos de construção este ano, a Garcia, Garcia teve de concluir em apenas três meses 12.000 m2 da área de produção. “Para corresponder às necessidades operacionais e produtivas da Eurocast, este prazo de execução para a área de implementação de maquinagem era um pré-requisito da obra, de modo a arrancarem os testes de produção. A restante zona de produção terá de estar concluída em outubro”, justifica a administração da empresa.
Para concretizar este grande desafio da construção, foi definida uma solução estrutural em betão, sendo que, de forma a acelerar os processos construtivos e, assim, promover a rapidez da implementação estrutural da obra, toda a zona de produção será construída com recurso a estruturas de betão pré-fabricado.
Além disso, para permitir a maximização da área útil interior e a eliminação de obstáculos físicos estruturais nesta parte da área de produção, potenciando a flexibilidade e adaptabilidade do layout industrial às necessidades da empresa, foram definidos apenas nove pilares interiores (malha estrutural de 25x33). Por outro lado, a restante área produtiva (9.000 m2) foi preparada para receber pontes rolantes de elevada capacidade. O rigor do processo e o equipamento produtivo exigiu uma extensa rede de galerias técnicas subterrâneas com 7m de profundidade e 680m de extensão. “Estas galerias foram concebidas para enquadrar todas as redes técnicas e infraestruturas de suporte à produção, assim como um inovador sistema de recolha e encaminhamento automático de matéria-prima não aproveitada para reutilização”, descreve a administração da Garcia, Garcia.

Soluções de elevada performance

“Esta última solução de construção evidencia uma conceção que visa minimizar a pegada ambiental e incrementar a eficiência energética da unidade industrial”, realça ainda a Garcia, Garcia. Ainda neste domínio, destacam-se “as soluções previstas para isolamentos térmicos e acústicos de elevada performance, sistemas de iluminação tipo LED e promoção de iluminação zenital”, afirma-se em comunicado.
A unidade industrial será também equipada com um avançado sistema de gestão de resíduos e estações de tratamento de efluentes próprias. O edifício desenvolve-se em três áreas funcionais distintas: social e administrativa, produtiva e técnica. Localizada no piso térreo, a zona de produção industrial subdivide-se numa área de 9.000 m2, onde serão implementadas prensas, e numa outra de 12.000 m2, já concluída, para maquinagem. Funcionalmente operam num único espaço, apenas com compartimentações para espaços técnicos e pequenos gabinetes de apoio. Por sua vez, o bloco social e administrativo, localizado a norte da unidade, organiza-se em duas áreas distintas: administrativa e social, distribuídas por dois pisos. Esta organização, definida em fase de projeto, permite a sectorização funcional do edifício, com duas entradas distintas, promovendo a funcionalidade e adequação dos espaços.
Em ambas as unidades a participação da Garcia, Garcia iniciou-se logo na identificação e seleção da localização, na qual interveio ativamente, assinando ainda os projetos de arquitetura e engenharias, além da execução.
Tal como na fábrica de Arcos de Valdevez, que arrancou com a produção em setembro do ano passado, e que representou um investimento superior a 15 milhões de euros e a criação de mais de 70 empregos, a unidade de Estarreja será uma fundição injetada de alumínio para componentes automóveis, cuja produção terá igualmente como destino a indústria automóvel nacional e internacional.

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