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Prebuild regressa à Argélia com obras de 125 milhões

21 de Janeiro de 2016 às 16:14:52

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O grupo português Prebuild inicia em março a construção de dois edifícios de 86 apartamentos na turística cidade argelina de Oran, na costa mediterrânica, concretizando o primeiro dos dois contratos já firmados para 2016 e cujo valor global ascende a 125 milhões de euros.

Esta primeira obra, estimada em 15 milhões de euros, está a cargo da empresa mista luso-argelina Prebuild Algerie SARL e consiste em dois edifícios de 17 pisos, num total de 30 mil m2 de área de construção.
O projeto, feito em Portugal, está já em aprovação pelo CTC (organismo argelino de Controle Técnico de Construção equivalente ao português LNEC), por onde têm que passar todos os projetos de construção, devido à natureza sísmica da região.
Ainda em 2016 deverá iniciar-se igualmente a construção de outro empreendimento habitacional, desta vez na cidade de Bouira, situada a 140 km da capital Argel, decorrendo neste momento a fase de montagem da operação local de financiamento a cargo do promotor imobiliário argelino.
De conceção igualmente portuguesa, o projeto inclui dois lotes, cada um com seis blocos de 15 pisos cada, num total de 70.245 mil m2 de área construtiva, compreendendo 512 apartamentos, 74 espaços de comércio e escritórios, uma escola com mais de dois mil m2 de área e ainda 60 lugares de estacionamento exterior, num contrato de 110 milhões de euros.
Em ambos os casos, o prazo de execução das obras é de 24 meses.
Estas obras marcam o regresso da Prebuild, grupo do empresário português João Gama Leão, ao setor da Construção na Argélia, depois da suspensão dos trabalhos previstos no mega contrato de construção de 75 mil fogos de habitação social em Blida, estabelecido em fevereiro de 2013 por ocasião da visita oficial do antigo ministro Álvaro Santos Pereira.
Além da Prebuild, que ali chegou a montar um estaleiro e uma central de betão, participavam no concurso as portuguesas Lena, Painhas e Gabriel Couto. Os constrangimentos locais, sobretudo os resultantes do facto de a obra ser de natureza pública, viriam a revelar-se incompatíveis com o desenvolvimento do processo e as outras empresas portuguesas não chegaram a arrancar o projeto.

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