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Ramos Catarino reabilita Basílica de Nossa Senhora do Rosário de Fátima

22 de Outubro de 2014 às 16:46:51

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A pensar nas celebrações do Centenário das Aparições, em 2017, o Santuário de Fátima iniciou, em maio de 2014, um conjunto de obras de reabilitação da Basílica de Nossa Senhora do Rosário, que estão a ser concretizadas pela Ramos Catarino e que ficarão concluídas em junho de 2015.

O projeto de conservação e requalificação do interior da Basílica de Nossa Senhora do Rosário de Fátima é da autoria da arquiteta Joana Delgado e visa corrigir a natural deterioração provocada pela passagem do tempo, bem como preservar e valorizar o edifício e o património artístico nele integrado.
Este templo, refira-se, foi concebido pelo arquiteto holandês Gerardus Samuel van Krieken e continuado pelo arquiteto português João Antunes. A primeira pedra seria benzida a 13 de maio de 1928, tendo a sagração ocorrido a 7 de outubro de 1953, com o Papa Pio XII a conceder-lhe o título de Basílica em 1954.
Com o passar das décadas, os sinais de erosão no imponente edifício – que tem 70,5 m de comprimento por 37 de largura e a carismática torre sineira, ao centro, com 65 m de altura –, bem como no património existente no interior, tornaram-se evidentes.
“As obras que agora estão em curso, confiadas à Ramos Catarino, vão proporcionar o tratamento adequado à conservação e restauro de todo o conjunto – incluindo não só as estruturas do edifício, mas também os vitrais, madeiras, instalações elétricas, coberturas e outros elementos. Na recuperação do património integrado de materiais pétreos, participa também a empresa “Nova Conservação – Restauro e Conservação do Património Artístico-Cultural”, salienta em comunicado a empresa de construção especializada em reabilitação do Grupo Catarino.
Aproveitando esta intervenção, o Santuário de Fátima entendeu ser oportuno introduzir na Basílica um conjunto de alterações de carácter funcional.
Durante as obras, as Capelas Tumulares dos Pastorinhos manter-se-ão visitáveis, o que implicou a criação de um túnel de proteção para acesso dos peregrinos. Foi também necessário criar plataformas de trabalho que possibilitem a todos os intervenientes realizar as respetivas funções de forma adequada e segura, desde os níveis térreos da Basílica até à abóbada e cúpula, com cerca de 23 m de altura.
“Trata-se, pois, de uma obra complexa e de grande exigência, a juntar a muitas outras já efetuadas pela Ramos Catarino - já por diversas vezes premiada na sequência da qualidade e rigor que os seus trabalhos de reabilitação de edifícios têm revelado”, conclui a empresa no referido comunicado.

 

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