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dst constrói quatro novos parques eólicos de valor superior a cinco milhões de euros

01 de Outubro de 2014 às 16:06:01

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O grupo dst tem em execução quatro novos parques eólicos, nos concelhos de Trancoso e da Guarda, adjudicados pela empresa ENEOP, num investimento superior a cinco milhões de euros.

Os trabalhos de construção civil destes quatro parques eólicos estão por conta de duas subsidiárias do grupo: a dst e a steelgreen.
O parque de Aldeia Nova, em Trancoso, tem conclusão prevista para finais de dezembro deste ano e terá dez aerogeradores. Orçado em cerca de 1,6 milhões de euros, cabe à dst a execução dos acessos, a construção do edifício de comando e da subestação, a vala de cabos e a abertura e execução de fundações.
Também no concelho transmontano, o parque de Rio de Mel-Castanheira terá cinco aerogeradores, com a empresa a garantir a construção das vias de comunicação e das valas de cabos, uma obra com um custo estimado de 665 mil euros.
Ainda em Trancoso, o parque de Cabeço do Oiro contará com dez aerogeradores. Os trabalhos incluem a construção do edifício de comando e da subestação, vias de comunicação e valas de cabos. O custo global destes trabalhos ascende a 1,5 milhões de euros. Finalmente, no concelho da Guarda, o parque de Vale da Estrela contará com 11 aerogeradores, estando sob a alçada da dst a construção do edifício de comando e da subestação, assim como de 7 km de acessos. O investimento calculado é de 1,7 milhões de euros.
Para José Teixeira, presidente do Conselho de Administração do grupo dst, este conjunto de obras “reflete a aposta que temos vindo a fazer no setor das energias renováveis, mercado onde já assumimos uma posição de liderança”, frisando ser esta uma área “em clara expansão e onde a inovação e know-how são fundamentais para o sucesso”. “Queremos continuar a encarar as energias renováveis como uma dimensão estratégica para o grupo, até porque as tendências atuais pressionam as empresas no sentido de desenvolverem mais produtos e serviços no âmbito da economia do ambiente. Não podemos negar que o mundo roda em torno da sustentabilidade: a velocidade pode diminuir mas o sentido não inverterá”, concluiu.

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