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Garcia, Garcia assina reabilitação de edifício industrial para a Grandvision

11 de Julho de 2014 às 16:51:19

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A Garcia, Garcia é a responsável pela requalificação e adaptação de uma fábrica devoluta, em Gaia, que, ainda este mês, se tornará na primeira unidade fabril do Grupo Grandvision em Portugal.

Com um investimento global de cerca de 7,3 milhões de euros, que irão criar aproximadamente 90 postos de trabalho, a multinacional que, representa as marcas Multiópticas, GrandOptical e Solaris, começará a produzir um milhão e meio de óculos graduados, 80% dos quais para exportação para diversos países europeus.
A empresa nacional especializada na conceção e execução de unidades industriais, que, nos últimos três anos, cresceu 100% e está a construir dois projetos de Potencial Interesse Nacional (PIN) – a Casfil, no Parque Industrial da Ermida, em Santo Tirso, criado e explorado pela própria construtora – e a BorgWarner, em Lanheses, Viana do Castelo, tem investido no desenvolvimento de competências e de técnicas de reabilitação que proporcionem uma intervenção sustentada a este nível, “integrando as melhores práticas construtivas e as novas exigências funcionais e regulamentares”, conforme salienta em comunicado. Foi, por isso, “com entusiasmo e convicção que a empresa se associou à multinacional Grandvision para desenvolver o projeto da nova unidade para o grupo, a implantar numa instalação fabril desativada”, como salienta Carlos Garcia, um dos três irmãos da família Garcia que, há três gerações lidera a empresa de Guimarães.

Exigências do projeto

A nova unidade fabril integra, segundo a Garcia, Garcia, uma forte componente tecnológica e de inovação. O projeto de adaptação e reabilitação do edifício de 8000 m2 focou-se na requalificação do espaço, adaptando-o às especificidades de produção da Grandvision. Mantendo as características e a arquitetura da fachada do edifício, o projeto contempla o desenvolvimento das estruturas interiores, assim como de todos os sistemas e instalações de suporte à produção e áreas administrativas e sociais. A este nível, “a definição de soluções técnicas que garantissem o compromisso entre qualidade e custo foram a principal preocupação, destacando-se a construção de um bloco social (balneários e vestiários) integrado na nave industrial, o reforço do isolamento das paredes, a reabilitação das zonas administrativas e os trabalhos de acabamentos interiores”, frisa o comunicado, onde se acrescenta ainda que “as exigências da nova instalação fabril determinaram a substituição integral do piso da nave, a instalação de novos sistemas elétricos, de telecomunicações e de AVAC, bem como a instalação de uma rede de ar comprimido. Ao nível da prevenção e combate e incêndios, o edifício foi equipado com claraboias de desenfumagem.


 

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