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Schneider Electric assina acordo com Arábia Saudita

01 de Julho de 2014 às 11:22:01

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A Schneider Electric anunciou a assinatura de um memorando de entendimento com a National Grid Saudi Arabia, entidade responsável pela distribuição elétrica na Arábia Saudita. O acordo, com duração de três anos, estabelece a cooperação entre a National Grid SA e a Schneider Electric para o desenvolvimento e evolução da infraestrutura elétrica nacional.

Assinado em Paris, o acordo vai facilitar a troca de conhecimento, experiências, boas práticas e tecnologia entre as duas organizações, através de fóruns técnicos periódicos, informa a especialista global em gestão de energia em comunicado.
No seu âmbito deste memorando, as duas entidades vão trabalhar em conjunto para o desenvolvimento de standards e especificações especialmente desenhadas para o mercado saudita. Vão, ainda, colaborar com a Saudi National Electro-technical Committee (SNEC) nas áreas de proteção de redes, design e automação de sub-estações, smart grid, manutenção e gestão de recursos.”
A colaboração é realizada considerando ambas as organizações como parceiras na tomada de decisões, sejam gerais ou específicas, ligadas às áreas de engenharia e design, de manutenção ou operacional. Adicionalmente, a Schneider Electric é responsável pela formação da Saudi Electricity Company (SEC) e da National Grid SA em áreas mutuamente definidas, especialmente as relacionadas com as temáticas ambientais e regulamentação com impacto no sector da indústria..
Durante os três anos de duração do acordo, a Schneider Electric irá igualmente canalizar esforços no aumento de contratação de engenheiros sauditas em vários campos de atuação.
No referido comunicado salienta-se que “este acordo surge num momento em que a Arábia Saudita está a testemunhar o investimento alargado no setor da produção e distribuição energética. De acordo com o Business Monitor International (BMI), o plano de investimento (…) na infraestrutura elétrica (que exclui a energia nuclear), a decorrer num período de 10 anos, entre 2008 e 2018, está a dinamizar significativamente o setor. O BMI prevê a o reforço, até 2020, de 30 gigawatts (GW) adicionais à capacidade atualmente estimada de 51,6 gigawatts (GW).

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