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Larus conquista o terceiro “Red Dot”

24 de Março de 2014 às 16:58:28

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A Larus, marca portuguesa de mobiliário urbano, venceu o “Red Dot Award”, prémio mundial de Design, com a papeleira “Sheet”. Este é o terceiro prémio mundial para a empresa de Albergaria-a-Velha.

O maior júri da história da competição, composto por 40 especialistas em “Design” de todo o mundo, avaliou 4.815 propostas de 1.816 empresas, arquitetos e designers provenientes de 53 países.
A papeleira “Sheet” foi desenhada por Pedro Martins Pereira, fundador e presidente da Larus, para o “Al Shaheed Park”, o mais importante projeto urbanístico do Golfo Pérsico, na Cidade do Kuwait, capital do emirado. “Pretendemos evocar uma folha de papel dobrada. A ludicidade e simplicidade desse gesto, materializado na quinagem dos cantos da chapa frontal e tardoz, pretendeu assegurar funcionalidade. É um produto que cria uma relação simbólica e empática contra a aversão que as pessoas desenvolvem face aos resíduos. Nesse sentido, creio ser uma abordagem simpática”, explicou Pedro Martins Pereira.
A papeleira, em estrutura de chapa de aço, decapada, metalizada e pintada, possui uma porta com fecho de segurança e fixação direta ao pavimento por pernos roscados.
A entrega do prémio acontecerá na Gala do “Red Dot Award” no dia 7 de julho, na Opera Home, em Essen.
Recorde-se que em 2008 a Larus venceu o primeiro “Red Dot”, com a “Coluna de Iluminação 17º”, da autoria de Francisco Providência. Em 2011, conquistou o segundo galardão com a “Linha +” de João Nunes e obteve uma menção honrosa com a papeleira “Tom” de Pedro Martins Pereira.
A Larus “mobila” hoje cidades como Porto (Serralves e Avenida dos Aliados), Madrid (parque do Museu do Prado), Luanda (Baía de Luanda e Ilha do Cabo), Casablanca (Antiga Medina), Santiago de Compostela (Cidade da Cultura), Versalhes, Innsbruck ou Bruxelas.
A investigação em design é uma aposta estratégica da empresa, que tem como missão “humanizar o território”. Diariamente, o Gabinete de Investigação e Desenvolvimento desenvolve soluções técnicas que antecipam as necessidades urbanísticas. O investimento em inovação fixa-se em 7% do volume de negócios, que em 2013 ascendeu a 2,8 milhões de euros. No mesmo ano a empresa atingiu uma taxa de exportação de 43%.

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