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Obra da Ramos Catarino entre os finalistas do Prémios Mies van der Rohe 2013

10 de Maio de 2013 por Lurdes Neto às 15:52:27

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O Lar de Idosos de Alcácer do Sal, projetado por Aires Mateus Arquitetos e construído pela Ramos Catarino, foi considerado um dos cinco melhores edifícios da Europa na edição deste ano do Prémio Mies van der Rohe, promovido pela Comissão Europeia.

O Prémio Bienal Mies van der Rohe é um dos mais prestigiados galardões da arquitetura internacional, atraindo os mais destacados arquitetos com as suas mais emblemáticas obras e que visa distinguir “a excelência e a inovação em termos conceptuais e construtivos”.
Para esta edição de 2013 foram escolhidas 335 obras de 27 países europeus, das quais o júri selecionou 5 finalistas.
Esse pequeno grupo dos 5 melhores é constituído: pelo Lar de Idosos da Misericórdia de Alcácer do Sal, projetado pelos irmãos arquitetos Manuel e Francisco Aires Mateus; Câmara Municipal de Gent, Bélgica, da arquiteta Marie-José Van Hee (atelier Robbrecht en Daem Architecten); pelo Parque Urbano Intercultural de Copenhaga, do BIG -Bjarke Ingels Group (Dinamarca); pelo espaço comercial e cultural Metropol Parasol, em Sevilha (Espanha), do arquiteto alemão Jürgen Mayer-Hermann; e pela sala de concertos e centro de conferências designado Harpa, em Reiquejavique (Islândia), relutante da colaboração entre os ateliês islandeses Henning Larsen Architects e Batteríid Architects e Studio Olafur Eliasson.

Uma “demonstração do mérito e qualidade” nacionais

A decisão do júri acaba de ser divulgada, tendo sido o edifício Harpa que conquistou o primeiro lugar do Prémio, cuja entrega decorrerá em cerimónia a realizar no próximo dia 6 de junho, no Pavilhão Mies van der Rohe, em Barcelona.
Apesar de não ter ganho o primeiro lugar, o Lar de Idosos de Alcácer do Sal irá ser incluído numa exposição itinerante e no catálogo que a Comissão Europeia e a Fundação Mies van der Rohe promovem em cada edição deste prémio bienal, que irão correr Mundo.
A propósito desta distinção, a Ramos Catarino refere em comunicado que “a simples circunstância de esta obra ter sido considerada como uma das cinco melhores da Europa pelo júri da edição de 2013 é eloquente demonstração do mérito” de quem o concebeu e executou, “respondendo da melhor forma às exigências de um projeto de grande originalidade”.
Francisco Aires Mateus refere, por seu turno, que o edifício pode considerar-se como estando "quase a meio caminho entre um hospital e um hotel" e que a sua seleção representa mais um reconhecimento da qualidade da arquitetura portuguesa.

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