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Covid-19 || Setor propõe ao Governo solução para testar trabalhadores

05 de Junho de 2020 às 14:41:04

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Notícias

A AECOPS e a AICCOPN reiteram a sua disponibilidade para colaborar com as entidades oficiais no desenvolvimento de soluções que permitam combater eficazmente os riscos de contágio pelo novo coronavírus entre os trabalhadores do setor da Construção.

As duas Associações consideram, designadamente, que “este é o momento” para avançar com a plataforma que propuseram, no início de março, ao Governo, a qual visa garantir que os trabalhadores ao serviço das empresas estão saudáveis e, assim, assegurar a continuidade do exercício da atividade em condições de segurança.
Num quadro em que as empresas do Setor puderam manter-se em atividade, as Associações recordam, em comunicado, que colaboraram, desde o início da pandemia de Covid-19 em Portugal, no esforço coletivo de combate à propagação da doença. Neste contexto, não só elaboraram um conjunto de recomendações às empresas, com o objetivo de implementar as regras definidas pelas autoridades de Saúde e divulgar boas práticas para a proteção dos trabalhadores e de toda a comunidade, como também apresentaram ao Governo o projeto “Criar Resiliência na Indústria da Construção”.
Este projeto, lembram, “visa, precisamente, assegurar a continuidade operacional do Setor e mitigar o impacto da doença pelo novo coronavírus e os riscos de contágio, através da realização de testes e da criação, em articulação com a DGS e demais autoridades, como a ACT e o IMPIC, de uma plataforma que permita gerir a informação e controlar todos os fluxos funcionais” da extensa cadeia de valor da Construção.
A par das vantagens diretamente relacionadas com a pandemia de Covid-19, a AECOPS e a AICCOPN consideram que este projeto pode contribuir também para eliminar “fenómenos potencialmente perigosos e de difícil controlo”, como é o caso das empresas irregulares, do trabalho informal e da clandestinidade, que são o principal foco de atenção das autoridades de Saúde.
Manifestando-se “disponíveis para avançar, desde já, com a plataforma que foi proposta”, as duas associações insistem, contudo, que “é indispensável” que também o Governo mobilize recursos para este projeto. Só assim, se poderão implementar mecanismos que, por um lado, garantam mais controlo e segurança para as empresas e para os mais de 600 mil trabalhadores da fileira da Construção e do Imobiliário e, por outro lado, permitam integrar na economia formal uma significativa parte da atividade, com ganhos que assegurem a competitividade e produtividade de um Setor que é fundamental para a retoma económica, conclui-se.


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