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Lisbon Green Valley vence Prémio de Sustentabilidade e Eficiência Energética

11 de Outubro de 2019 às 11:35:55

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As Townhouses do Lisbon Green Valley, a nova fase do Belas Clube de Campo, acabam de ser distinguidas pelos Prémios SIL do Imobiliário 2019 na categoria da Construção Sustentável e Eficiência Energética.

“Características como a qualidade da arquitetura, a própria construção das paredes e dos telhados, a escolha dos materiais e as diversas soluções implementadas, fatores decisivos para maiores ganhos energéticos”, justificaram pelo terceiro ano consecutivo, o reconhecimento por parte do júri do prémio, revela-se em comunicado.
Da autoria do arquiteto Eduardo Capinha Lopes, estas são as primeiras casas em Portugal com necessidades quase nulas de energia, antecipando-se à nova norma europeia sobre o cumprimento do desempenho energético dos edifícios com necessidades quase nulas de energia (NZEB), que será exigido a partir de 2021.
São casas geminadas (T3+1) com jardim, piscina, 3 suítes, home office, ampla garagem e vista para a Serra de Sintra em plena Serra da Carregueira.
Para Gilberto Jordan, CEO do André Jordan Group, “as várias distinções que temos vindo a merecer, e este prémio em especial, confirmam o pioneirismo e a diferenciação do Belas Clube de Campo ao nível da sustentabilidade. Somos o empreendimento mais sustentável de Portugal e queremos estar entre os mais sustentáveis do mundo. É para isso que trabalhamos diariamente e é com esse foco que projetamos os novos edifícios e espaços do empreendimento”, afirma o responsável.
“O ambiente e a sustentabilidade estão nos genes do André Jordan Group, e por isso continuaremos sempre a inovar e a proporcionar aos nossos moradores e às suas famílias soluções à frente do seu tempo, que lhes proporcionem uma melhor qualidade de vida”, conclui.
Recorde-se que as Townhouses tinham já merecido uma avaliação global de A++ no âmbito da certificação de desempenho ambiental global do Sistema LiderA, o que em termos ambientais significa, em relação à prática comum, uma melhoria do Desempenho Ambiental de 65,5 %.
Estas habitações obtiveram ainda um resultado global máximo na pré-certificação energética de A+, com um desempenho no valor de 11% face ao edifício de referência, resultado que se justifica pelo conjunto de soluções utilizadas na construção e pela utilização de energias renováveis.

Investimento em maiores ganhos energéticos 

A avaliação da eficiência energética das Townhouses reflete-se igualmente ao nível do desenho passivo. A orientação solar, a disposição das diferentes zonas da habitação, a conceção dos espaços, o dimensionamento dos vãos e os arranjos exteriores são alguns dos critérios tidos em conta na conceção do projeto de Capinha Lopes. Por outro lado, “procurou-se ainda implementar os critérios de sustentabilidade com o maior rigor possível, de modo a conferir aos espaços o conforto desejado, procurando simultaneamente, otimizar as condições de habitabilidade, reduzindo custos energéticos, contribuindo para a valorização do imóvel e do território”, explica-se em comunicado. 
No que diz respeito à iluminação, as casas dispõem de soluções que permitem a iluminação natural dos espaços dos compartimentos principais e secundários, como a utilização de claraboias nas casas de banho e uma ampla utilização de vidro nas fachadas. Já a iluminação artificial recorre maioritariamente a iluminação LED, tendo sido adaptada a sua intensidade à necessidade de iluminação de cada espaço do edifício.
Sobre a previsão das necessidades nominais anuais globais de energia primária (Ntc), as casas asseguram uma melhoria estrutural face à prática de referência em cerca de 4,6 vezes - 9,2 kWhep/m2 ano, sendo o valor referência para comparação de 42,6 kWhep/ m2 ano. 
Os eletrodomésticos escolhidos são A++, e as máquinas de lavar loiça e roupa bi-térmicas. Quanto às emissões atmosféricas, as Townhouses privilegiam a utilização de equipamentos elétricos, tais como placa de indução, forno elétrico e bomba de calor. As soluções referidas permitem “reduzir os consumos e assegurar a maior parte da energia localmente através de 3,59m2 de coletores solares para o aquecimento das águas quentes sanitárias e 18 m2 de painéis fotovoltaicos, que alimentam uma bateria integrada de 3kWh, expansível até 24 KWh, dispondo também de um sistema avançado de gestão da energia”.
Estas medidas são conjugadas com outras tais como a já incluída instalação para carregamento de carro elétrico, depósito de cinco mil litros de água captada pela chuva e rede separativa de esgotos para águas cinzentas e negras, com aproveitamento das cinzentas para uma rede dedicada aos autoclismos, após tratamento.




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