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Santiago do Cacém adjudica obra de requalificação que aposta na mobilidade pedonal

23 de Julho de 2019 às 16:57:54

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A Câmara Municipal de Santiago do Cacém adjudicou na semana passada à empresa Arquijardim, pelo valor de cerca de dois milhões de euros, a empreitada de requalificação da Avenida Manuel da Fonseca, Zona Comercial do Centro Histórico e Zona Envolvente do Mercado Municipal de Santiago do Cacém.

A intervenção está inserida na candidatura de “Requalificação do Mercado Municipal e do Espaço Público Envolvente”, em Santiago do Cacém, aprovada pela autoridade de gestão Alentejo 2020 e enquadrada no Programa Operacional Regional do Alentejo (PORA) no âmbito do Eixo Prioritário 4 – Desenvolvimento Urbano Sustentável, cujo objetivo é melhorar a qualidade de vida dos seus munícipes ao nível da mobilidade, segurança, estacionamento, espaços arborizados e de lazer na cidade de Santiago do Cacém.
O presidente da Câmara Municipal Santiago do Cacém, Álvaro Beijinha, refere que esta será uma obra de requalificação inédita na cidade, que vai abranger várias ruas e artérias e trazer mais mobilidade às pessoas.  
Segundo o autarca “o espaço ocupado pelos automóveis nas cidades foi substituindo o das pessoas,  mas há que o devolver, e que, com esta obra, não serão retirados lugares de estacionamento, mas que estes serão, isso sim, reordenados e centrados na mobilidade das pessoas.
Com esta requalificação “pretende-se que, entre outros aspetos, quem circule com carrinhos de bebés, quem tenha dificuldades de mobilidade ou quem tenha de usar cadeira de rodas passe a ter uma mobilidade completamente diferente daquela que hoje aquela zona da cidade oferece”, acrescenta Álvaro Beijinha.
Trata-se de “uma intervenção de fundo e não apenas estética, que de facto vai transformar a Cidade para muito melhor”. 
A Câmara Municipal pretende harmonizar, organizar e modernizar uma das zonas mais movimentadas da cidade de Santiago do Cacém, com esse intuito o projeto prevê: a requalificação dos passeios com faixa de acessibilidade, criação de acessos desnivelados a passadeiras; a criação de zonas de estar, plantação de mais árvores, colocação de mobiliário urbano moderno e funcional; a criação de bolsas de estacionamento e de zonas de cargas e descargas; o reforço da rede pública de abastecimento de água; a reconfiguração das redes de drenagem de águas pluviais e de esgotos; a pavimentação e sinalização rodoviária; a reformulação da iluminação pública; a introdução de ilhas ecológicas (recolha de resíduos). 
O presidente da Câmara Municipal enfatiza a importância das obras, não apenas para os residentes, “mas também para quem nos visita”. Nesse sentido “tivemos a preocupação de colocar nas condições da empreitada que só se intervenha numa zona depois da outra estar numa fase em que é possível às pessoas circularem sem transtornos de maior”. 
Álvaro Beijinha conclui que “será uma obra de requalificação urbana e de mobilidade centrada nas pessoas, que seguramente se irá traduzir num fator positivo para a cidade, para o concelho, para o comércio local e turismo”. 
O início das obras aguarda pelo visto do Tribunal de Contas, tendo prevista uma duração de 18 meses. 

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