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Novo edifício de escritórios nasce no Parque das Nações

04 de Dezembro de 2018 às 11:31:04

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Notícias

A JLL é responsável pela comercialização deste novo projeto junto à Gare do Oriente, com mais de 15.000 m2 de escritórios e 185 lugares de estacionamento privativo. Espera-se que os trabalhos de construção iniciem no Verão de 2019.

Na zona mais central do Parque das Nações, junto à Gare do Oriente, vai nascer um novo edifício de escritórios, com mais de 15.000 m2 de área de construção acima do solo. Com 13 pisos de escritórios, o K-Tower é promovido pela Krestlis, que confiou à equipa de Office Agency da JLL o mandato exclusivo para a sua comercialização. Os trabalhos de construção da torre de escritórios deverão ter início no verão de 2019, prevendo-se que o edifício fique inteiramente concluído no 1º semestre de 2021. No mesmo complexo está a ser construído, desde o verão passado, um Moxy Hotel, uma nova marca do grupo Marriott International, direcionada para os millennials.
A par da localização, no coração do Parque das Nações, adjacente a uma das maiores plataformas intermodais de transportes da cidade de Lisboa, a Gare do Oriente, e a poucos minutos do Aeroporto Internacional de Lisboa e do centro histórico, o projeto será uma marca na paisagem urbana. “Distinguir-se-á pela sua arquitetura moderna e inovadora, com uma fachada envidraçada com vista 360º, além de criar uma mancha ajardinada com ligações pedonais à zona envolvente”, lê-se em comunicado.
Desenhado a pensar nos modelos de trabalho do futuro, o edifício aposta, em termos de estruturação interior, em espaços eficientes, flexíveis e sustentáveis, com amplas áreas por piso (cerca de 1.000 m2) e áreas comuns diferenciadas de elevada qualidade, pensadas para fomentar o sentido de comunidade entre os seus utilizadores, e entre as quais se incluem um coffee-bar no piso térreo que pode funcionar como ponto de encontro e espaço para reuniões informais. A iluminação natural generosa e a vista desafogada são outros dos seus atributos, assim como o desenvolvimento em linha com os standards exigidos a uma certificação LEED, um dos mais exigentes selos internacionais de sustentabilidade atribuídos a projetos imobiliários.
Mariana Rosa, diretora de Office Agency da JLL, comenta que “este novo projeto vai permitir às empresas não só instalar os seus escritórios no local mais apetecível do Parque das Nações, junto à Gare do Oriente, ao Centro Vasco da Gama e com excelentes acessos rodoviários, como fazê-lo num edifício de ponta em termos de soluções tecnológicas, funcionalidade do espaço e sustentabilidade. Além disso, é um imóvel icónico em termos estéticos, com grande visibilidade e uma forte imagem corporativa. Estamos muito confiantes que o edifício fique inteiramente comercializado ainda antes da sua conclusão e não será de descartar a ocupação como sede de uma só empresa.”
Por seu turno, Claude Kandiyoti, CEO da Krestlis, acrescenta: “ao projetarmos a K-Tower, pensamos em primeiro lugar no bem-estar dos nossos inquilinos. A nossa vasta experiência no desenvolvimento de parques de escritório permitirá criar um edifício de referência, com características ultramodernas, que beneficia de uma excecional localização, tendo como referência a proximidade ao “hub” de transportes da Gare do Oriente e a extraordinária vista sobre o rio Tejo, num edifício rodeado por uma agradável paisagem verde. Além disso, a proximidade com o Moxy Hotel irá proporcionar um ambiente dinâmico criando o novo “place to be in town”.
Quanto ao atual momento de mercado, Mariana Rosa refere que “o lançamento de um novo edifício de escritórios é sempre uma excelente notícia para o mercado e especialmente no Parque das Nações. É uma zona consolidada, com uma excelente rede de transportes públicos, serviços e comércio, muito valorizada pelas grandes multinacionais, mas praticamente sem espaços disponíveis”.
De acordo com a JLL, nos últimos anos, a oferta de escritórios do Parque das Nações tem-se mantido praticamente inalterada, fruto da ausência de novos projetos, mas a procura por este eixo continua em alta. Fruto deste cenário, a oferta disponível encontra-se praticamente toda ocupada, restando atualmente menos de 3% do stock em oferta disponível para arrendamento.

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