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Centro Histórico do Porto valorizou 14,6% no 1º semestre

28 de Novembro de 2018 às 14:38:03

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A subida dos preços das casas no centro histórico do Porto voltou a acelerar no 1º semestre de 2018, quer em termos homólogos, quer em termos semestrais, de acordo com o Índice de Preços produzido pela Confidencial Imobiliário (Ci) para este território.

Assim, no 1º semestre deste ano os preços das casas naquela zona da Invicta subiram 14,6% relativamente ao mesmo período do ano passado, registando uma intensificação face ao ritmo homólogo de 10,3% que se tinha observado no semestre anterior. Esta é, aliás, a subida homóloga mais elevada dos últimos dois anos e meio. Em termos semestrais, a subida foi de 8,0%, igualmente em aceleração face às taxas de variação registadas nos dois últimos semestres (entre 4% e 6%). 
A valorização dos imóveis do centro histórico do Porto acontece desde o 2º semestre de 2011, com sucessivas subidas homólogas e semestrais, de tal forma que, neste período de 7 anos, a valorização acumulada do território se situa em 146%. Entre 2009 (ano base do Índice) e início de 2011, os preços dos imóveis neste território observaram um percurso de contração, com descidas máximas de -5%.
Apesar da aceleração registada no semestre, o ritmo de valorização do centro histórico do Porto é, já há dois anos, mais lento do que o registado para o total da cidade. Na verdade, o Índice de Preços Residenciais (IPR) apurado pela Ci para o concelho do Porto apresentou uma subida homóloga de 24% no 2º trimestre de 2018, numa forte aceleração face aos 11,4% registados no final de 2017. O final 1º semestre de 2016 foi a última vez que os preços das casas no Porto subiram abaixo do centro histórico. “Ainda assim, e estando agora a cidade do Porto em forte ritmo de valorização, os preços residenciais no concelho ainda não recuperam face ao período pré-crise (em 2007), do qual se mantêm 1,4% abaixo. Da mesma forma, os preços do centro histórico continuam cerca de 97% acima dos registados no total da cidade (no final do 1º semestre de 2018)”, conclui a análise da Ci.

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