13 / Dezembro / 2018

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AECOPS e AICCOPN assinam memorando com vista a integração interassociativa

20 de Setembro de 2018 às 15:43:21

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Notícias

As Direções da AICCOPN e da AECOPS deram hoje um primeiro passo no sentido de evoluírem para um modelo de organização associativo assente numa estrutura unitária e ajustada às necessidades do Setor, das empresas e do Associativismo em Portugal.

O Memorando de Entendimento assinado define os princípios para constituir uma coligação interassociativa que permita a criação de uma direção unitária e comum. Esta evolução traduzir-se-á, mais tarde, numa futura integração interassociativa mediante concentração das suas estruturas, em modelo jurídico que será definido no âmbito da Coligação.

Os Presidentes da Direção das duas Associações, Manuel Reis Campos e Ricardo Pedrosa Gomes, Presidentes da AICCOPN e a AECOPS, respetivamente, afirmaram o que há muito já era evidente: “Tendo a mesma natureza e atividade, estas duas Associações partilham dos mesmos objetivos associativos“.

Para além de um âmbito nacional, representam e defendem empresas que exercem a sua atividade não só em todo o País, como, de igual modo, no exterior. Têm ambas por missão defender e promover os interesses dos seus associados, pessoas singulares e coletivas que se dedicam à atividade económica da construção civil e obras públicas ou que prestam serviços relacionados com a atividade de construção.

Na apresentação hoje realizada, os dois Presidentes enunciaram os quatro princípios fundamentais que orientarão a atuação futura desta estrutura:

• Contribuir para a valorização e dignificação de um tecido empresarial que ambos representam e que é essencial para o desenvolvimento da economia a para a afirmação nacional e externa do País.
• Valorizar as empresas associadas, pois é manifesto que, na atualidade, o tecido empresarial está diferente - reajustou-se, diversificou-se, redimensionou-se e internacionalizou-se. Os desafios que enfrentam, fruto da revolução digital em curso que afeta todas as indústrias e a construção também, coloca novas exigências do mercado, que precisam de respostas adequadas por parte do setor e de quem o representa. 
• Contribuir para a regulação do mercado, uma vez que a redução da intervenção e do papel do Estado na economia aumentou a responsabilidade das associações, por um lado, na atividade administrativa de regulação da atividade económica e, por outro, à semelhança do que sucede na maioria dos países comunitários, na promoção de regras tendentes à autorregulação.
• Ser agente dinamizador de estratégias de atuação global do setor, em que as empresas se revejam e inspirem e que o mercado e o poder político reconheçam e valorizem. 
Na base deste processo estiveram, assim, razões, sobretudo, de racionalidade associativa, às quais não é alheia a situação de crise estrutural que afetou a economia portuguesa, mas também de reforço de liderança empresarial e de promoção da coesão interna e afirmação externa dos agentes do Sector.
As Associações terminam afirmando que o caminho hoje iniciado se vai traduzir na melhoria das condições de atividade das empresas traduzido na prossecução e na realização, de uma forma mais dinâmica e prática, dos fins e objetivos que ambas se propuseram alcançar, ou seja, a defesa e promoção da indústria da Construção.

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