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Julho faz disparar ocupação de escritórios para 114.395 m2

14 de Agosto de 2018 às 11:25:02

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Notícias

Depois de o primeiro semestre encerrar com uma subida homóloga de 11% na ocupação de escritórios em Lisboa, o mês de julho fez disparar a atividade ocupacional neste mercado.

Trata-se do mês com o registo mais elevado do ano, com 27.576 m2 de área tomada pelas empresas, uma marca que impulsionou o acumulado do ano para 114.385 m2 e acelerou o crescimento anual para 31% (face aos primeiros sete meses de 2017). Em julho, a área ocupada aumentou 62% face ao mês anterior e mais que triplicou face ao mesmo mês do ano passado.
Os dados são avançados pela JLL no seu boletim de mercado Office Flashpoint, no qual a consultora sublinha que a atividade de julho resulta, não só do aumento do número de transações (25 no total), como também do aumento da área média por transação (1.103 m2).
“A área média por operação observada em julho é a mais elevada do ano, o que confirma uma vez mais a apetência das empresas por escritórios de maior dimensão. Esta é, aliás, uma das restrições mais evidentes do mercado, que se depara com falta de oferta no centro da cidade, especialmente com áreas grandes. Por isso mesmo, neste mês, foi o Corredor Oeste, na franja da A5 e onde existem ainda escritórios com boas áreas por piso e disponibilidade imediata, que mais alimentou a procura. Das cinco maiores operações, três foram realizadas nesta zona”, comenta Mariana Rosa, diretora de Office Agency da JLL.
Além do Corredor Oeste (com 58% da ocupação mensal), o Prime CBD, também registou um bom nível de ocupação, com 18% do total de escritórios ocupados em Lisboa. A procura foi dominada por empresas do setor tecnológico, que gerou 54% das operações, mas as empresas de serviços em geral, também evidenciaram um quota importante com um total de mais de 22%. A maior operação do mês foi a mudança da Coriant Portugal, um inquilino acompanhado pela JLL, para o Office Park Carnaxide, onde ocupa 8.343 m2, com as restantes quatro maiores operações a apresentarem áreas entre 2.000 e 3.000 m2.
No acumulado do ano, foram registadas 133 operações, com uma área média de 860 m2 por transação, destacando-se novamente o Corredor Oeste como destino das empresas (30% da absorção registada em Lisboa). As zonas do Prime CBD e a Nova Zona de Escritórios partilham também o protagonismo, concentrando cada uma 17% da ocupação total realizada até ao final de julho. As tecnológicas mantiveram a liderança (32%), seguindo-se os setores de Serviços a Empresas e Outros Serviços, com quotas de 29% e 11%, respetivamente.

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