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OTIIMA na Bienal de Arquitetura de Veneza com Aires Mateus e Philippe Meyer

28 de Maio de 2018 às 11:33:45

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Notícias

A 16.ª edição da Bienal de Arquitetura de Veneza, a decorrer até 25 de novembro, conta com a apresentação de dois projetos desenvolvidos em colaboração com a OTIIMA: “Field”, da dupla de arquitetos Francisco e Manuel Aires Mateus, e “Elasticity”, um projeto cinético, de Philippe Meyer.

FIELD Francisco Aires Mateus, Manuel Aires Mateus

A OTIIMA, marca internacional associada a três principais áreas de atividade, designadamente, trabalho de metal, trabalho de caixilharia e trabalho artístico, vai estar presente em mais uma edição da Bienal de Arquitetura de Veneza. Este ano, associada a duas colaborações, nomeadamente a projetos desenvolvidos pela dupla de arquitetos Aires Mateus e também pelo arquiteto Philippe Meyer, concretizados pela OTIIMA. “Duas abordagens, completamente diferentes, com apenas dois elementos em comum: a sensibilidade e a perfeição”, refere-se em comunicado.
Na exposição “Field”, Francisco Aires Mateus e Manuel Aires Mateus apresentam “uma reflexão sobre o espaço como um elemento abstrato, materializado num corpo deformado, refletindo a ideia de espaço, não só assumida como um interior, mas como uma interação entre os seus limites e a nossa perceção”.
“Como numa floresta, um caminho comprimido, em tensão com uma superfície externa fria sob o solo, leva ao ponto exato; um ponto de viragem, quando emergimos numa experiência espacial revelando um território infinito de planos inacabados, uma escala alterada, um breve momento de concentração, silêncio e beleza. Uma sequência de telhados unidos como limites de suspensão, devido à notável tensão representada por pavimentos em pé. Um céu finito desaparece até tocar no solo com alguma precisão”.
“O ambiente interior de um jardim fechado é sugerido e materializado como o retrato de um paraíso finito e protegido, que evoca representações de algumas das obras mais clássicas de sempre. As texturas subtis ou as manchas de cor surgem do escuro sob uma luz difusa e quente, evocando a beleza das paisagens controladas, e escondendo os limites entre a natureza e o artificial. Paz e harmonia, luz e escuridão, cheiros, cores ou texturas são chamadas a habitar um limite protegido. Esta é uma representação possível da vida”.
“Elasticity”, um projeto cinético de Philippe Meyer, é descrito pelo autor como um desafio para pensar a arquitetura. “Para pensar no objeto construído ocupando um espaço; pensar longe todas as regras, restrições, hábitos e reflexos dentro de uma estratégia firme de indefinição. Uma estratégia do absoluto, abstrato, inacabado – uma estratégia de coisas ainda por abrir, que estão à espera de serem utilizadas, distantes das tendências, dos estilos e dos tempos.
Pretende esquecer o design, o excesso de representação da sua condição, para perceber a formalização do espaço que gera modificações tipológicas e genéticas do local. É em respeito pelo estado original do local, pela sua memória, história, que estamos fundamentalmente conscientes que qualquer intervenção pode ser uma alteração”.

 

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