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Barragem do Lapão vai ser reconstruída para aumentar regadio em Mortágua

28 de Maio de 2018 às 11:38:43

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O Governo vai reconstruir a barragem do Lapão, em Mortágua, distrito de Viseu, encerrada há 15 anos por falta de segurança, anunciou o ministro da Agricultura, Florestas e Desenvolvimento Rural, Capoulas Santos.

Segundo se informa no site oficial do Governo, “a obra deverá iniciar-se até ao final deste ano, representando um investimento de cinco milhões de euros, que conta com uma comparticipação de 85% de fundos comunitários”.
A barragem do Lapão, financiada com fundos da União Europeia e concluída em 2001, foi encerrada dois anos depois por alegadas falhas de segurança, tendo ameaçado ruir em janeiro de 2003, na sequência de fortes chuvadas. Quando o atual Executivo tomou posse havia intenção de demolir a barragem, o que, adianta-se, custaria tanto dinheiro como aquele que foi gasto para construir. “A opção que tomei foi não destruir. Mandámos avaliar as soluções técnicas possíveis e foi-nos demonstrado que é possível reconstruir em condições de segurança e é isso que vamos fazer”, sublinhou Capoulas Santos.

Regadio da barragem da Macieira

O ministro da Agricultura, Florestas e Desenvolvimento Rural referiu também que estão «criadas todas as condições para que, muito brevemente, ainda antes do final deste ano”, seja aprovado o regadio da barragem da Macieira, também em Mortágua, com um perímetro de rega de 180 hectares.
Este perímetro representará um investimento entre 4,5 e 5 milhões de euros, que será parcialmente financiado pelo Banco Europeu do Investimento e pelo Banco de Desenvolvimento do Conselho da Europa.
Depois da reconstrução da barragem do Lapão, deverá ser feito também aí um perímetro de rega, alargando para um total de 600 novos hectares de regadio na região.
“Trata-se de criar condições para que os agricultores possam ter água e um sistema de rega que torna mais eficiente e mais competitiva a atividade agrícola”, salienta o Ministros, acrescentando que isso vai permitir reduzir os efeitos das alterações climáticas e prevenir incêndios, ao criar zonas agrícolas entre espaços florestais.

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