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Preços das casas no Algarve já estão 13% acima dos níveis pré-crise

26 de Março de 2018 às 15:17:40

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Notícias

Depois de os preços terem caído cerca de 24% entre 2011 e 2014, o mercado residencial do Algarve acumula já mais de três anos de recuperação.

Assim, entre meados de 2014, quando atingiram o seu ponto mais baixo, e o 4º trimestre de 2017, os preços das casas na região já subiram cerca de 49% em termos acumulados, levando a que no 4º trimestre 2017, se encontrassem já 12,8% acima dos níveis pré-crise, registados em 2011.
Depois de os preços terem caído cerca de 24% entre 2011 e 2014, o mercado residencial do Algarve acumula já mais de três anos de recuperação. Assim, entre meados de 2014, quando atingiram o seu ponto mais baixo, e o 4º trimestre de 2017, os preços das casas na região já subiram cerca de 49% em termos acumulados, levando a que no 4º trimestre 2017, se encontrassem já 12,8% acima dos níveis pré-crise, registados em 2011. Os dados são avançados pela Confidencial Imobiliário no âmbito do Índice de Preços Residenciais.
Como resultado desta trajetória sucessiva de recuperação sentida a nível regional, no 4º trimestre de 2017, pela primeira vez, todos os concelhos algarvios apresentaram valorizações face a 2011. Os ritmos de recuperação são, no entanto, diferentes, com as subidas acumuladas nos diferentes municípios a oscilarem entre cerca 5% e de 19%.
“O mercado habitacional do Algarve tem registado uma dinâmica muito positiva e, atualmente, treze dos dezasseis concelhos que compõem a região encontram-se em máximos históricos. Apenas Loulé, Tavira e Albufeira ainda não alcançaram os máximos respetivos, mas evidenciam um comportamento que sinaliza que esse patamar se encontra cada vez mais próximo”, comenta Ricardo Guimarães, diretor da Confidencial Imobiliário.
Em termos homólogos, no 4º trimestre de 2017 os preços das casas no Algarve cresceram 17,1%. Na segmentação por concelho o destaque vai para Lagoa e Loulé, com valorizações de 24,8% e 19,1%, respetivamente. Também Faro e Portimão apresentam variações superiores à média algarvia, tendo subido 17,4% e 16,8%, respetivamente, face ao mesmo trimestre de 2016.

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