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Oferta de escritórios começa a rarear

23 de Fevereiro de 2018 às 15:22:52

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Notícias

Mais de 50% dos 13.717 m2 de escritórios negociados em Lisboa no primeiro mês do ano foram ocupados por empresas que precisaram de aumentar as suas instalações, revela a JLL no seu mais recente boletim Office Flashpoint.

As duas maiores transações registadas foram as expansões da Fujitsu na Torre Oriente, com 2.085 m2, e de uma empresa de serviços financeiros no Edifício Pórtico, com cerca de 3.000 m2.
“Janeiro dá continuidade à notória melhoria no tecido empresarial que marcou a ocupação de escritórios em 2017, com diversas empresas a mostrarem intenção de expandir e melhorar os seus espaços, bem como de entrar no mercado nacional. Neste mês, mais de metade da absorção foi motivada pelo aumento de área e outros 5% pela entrada de novas empresas, o que elevou para cerca de 60% a absorção líquida, acima dos 53% médios registados em 2017”, comenta Mariana Rosa, diretora de Office Agency da JLL, responsável por metade da área colocada no primeiro mês do amo.
Em janeiro, foram as empresas de TMT’s e Utilities a franja mais ativa da procura, tomando 37% da área de escritórios, seguida das empresas de Serviços Financeiros, com um peso de 22%. Já em termos de destino, sobressaiu a Nova Zona de Escritórios – o eixo em torno da 2ª Circular, Campo Grande e Praça de Espanha, o qual concentrou 37% da absorção.
A atividade ocupacional de escritórios em janeiro cresceu cerca de 14% face ao mês de dezembro, embora tenha decrescido 24% face a igual mês do ano passado. Foram concretizadas 18 operações, numa área média de 762 m2.
“O volume de ocupação neste início do ano confirma o dinamismo do mercado e está alinhado com a ocupação média mensal observada em 2017”, comenta ainda Mariana Rosa, que alerta, contudo, para a falta de oferta. “A escassez de edifícios novos e de qualidade é atualmente uma questão crítica que começa a limitar os níveis de atividade. Por isso, o ano de 2018 terá de ser um ano muito criativo na tentativa de continuar a responder à procura das empresas, que não dá mostras de abrandar. É urgente avançarmos para o desenvolvimento de novos edifícios de escritórios”, termina.

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