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Governo privilegia obras rodoviárias que garantam segurança e conservação de pontes

05 de Agosto de 2016 às 10:02:00

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A segurança dos automobilistas e a conservação de pontes vão ser as prioridades das obras rodoviárias que vão avançar brevemente, segundo anunciou o ministro do Planeamento e das Infraestruturas, Pedro Marques.

O governante, que falava na cerimónia que marcou o início da empreitada de construção da variante do Albardão, em Reguengos de Monsaraz, referiu que o País tem “limitações que são conhecidas do ponto de vista do investimento e das contas públicas”, pelo que “as poucas obras que podem avançar agora têm de ser obras de prioridade à segurança rodoviária e à conservação das pontes”.
A variante do Albardão envolve um investimento de 2,6 milhões de euros e inclui a construção de um novo troço rodoviário com cerca de 2,8 km e a execução de uma nova ponte sobre o rio Degebe, para substituir a atual ponte do Albardão. “É uma substituição de uma ponte e de um conjunto de curvas muito perigosas, onde aconteceram demasiados acidentes ao longo das décadas”, afirmou o ministro, acrescentando que a obra é “muito importante para o Alentejo” e reúne “grande consenso, até das várias forças políticas”.
O ministro destacou que esta ponte “vai diminuir os acidentes e as mortes que, infelizmente, no passado, aqui aconteceram”, acrescentando que o desenvolvimento económico e turístico “também pode ser potenciado com uma ligação mais segura e mais célere”.
O projeto "EN 256 Variante à Ponte do Albardão, incluindo nova ponte sobre o Rio Degebe" está contemplado no Plano de Proximidade 2015-2019 da Infraestruturas de Portugal com um investimento de três milhões de euros e prazo de execução de 300 dias. A variante terá 2,7 km de extensão e a nova ponte sobre o Rio Degebe ficará com 117,5 m de comprimento, retirando o trânsito da Ponte do Albardão, que é demasiado estreita e não permite o atravessamento automóvel em simultâneo nos dois sentidos da estrada.
As obras já haviam sido anunciadas em maio de 2010 pelo então secretário de Estado Adjunto das Obras Públicas e das Comunicações, Paulo Campos, numa cerimónia que decorreu em Reguengos de Monsaraz. Em janeiro de 2011 a autarquia foi informada de que a empreitada estava em fase de adjudicação e que as obras se iniciavam nesse ano, mas o procedimento foi anulado em abril de 2014.

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