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Iberdrola entrega primeira barragem do Alto Tâmega à Ferrovial por 91 milhões

13 de Maio de 2016 às 10:05:39

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A Iberdrola adjudicou a construção da barragem de Daivões à Ferrovial, por 91 milhões de euros e um prazo de execução previsto de quatro anos e meio, avança o “negócios”.

O consórcio é liderado pela Ferrovial Agroman e vai ser integrado pela portuguesa MSF, anunciou a Iberdrola.
Este projeto compreende a construção de uma barragem de betão com 75,5 m de altura e 264 m de comprimentos. A central hidroelétrica vai conter duas turbinas com 118 megawatts (MW) de capacidade instalada
Recorde-se que a Iberdrola tem três barragens planeadas para Portugal, incluídas no denominado Complexo Hidroelétrico do Alto Tâmega com um prazo de construção previsto compreendido entre 2014-2023 e considerado um dos maiores projetos hidroelétricos levados a cabo na Europa, nos últimos 25 anos. Com um investimento previsto de 1.200 milhões de euros, centrando-se a maior parte do investimento no período 2018-2020, o complexo contará com uma potência instalada de 1.200 megawatts (MW), alcançando uma produção anual de 1.800 gigawatts hora (GWh), ou seja, 4% do consumo elétrico do país.
Esta iniciativa contempla a exploração das infraestruturas dos aproveitamentos hidroelétricos de Gouvães (bombagem), Alto Tâmega (turbinação) e Daivões (turbinação), durante 70 anos.
O Governo concluiu em meados de Abril a reavaliação do Plano Nacional de Barragens.
Dos cinco projetos analisados, a barragem do Alvito EDP foi suspensa até 2018, altura em que vai ser reavaliada, enquanto a barragem de Girabolhos (Endesa) foi cancelada.
Já a construção das três barragens da Iberdrola obteve luz verde, com o ministro do Ambiente, João Matos Fernandes, a sublinhar que este investimento "importante" para Portugal cumprir as metas de produção de energia renovável
O Plano Nacional de Barragens foi lançado em 2007 e o objetivo inicial era construir dez barragens.
Mas o processo tem vindo a sofrer vários avanços e recuos. Até ao momento, só a barragem de Foz Tua (EDP) avançou e deverá estar terminada este ano. Dos 10 projetos iniciais, restam somente quatro, relembra o “negócios”.

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