11 / Dezembro / 2019

Quarta

Diretor: José Tomaz Gomes | Editor: AECOPS

Notícias ver todas os artigos desta secção

Setor quer linha de crédito específica para empresas de construção em Angola

22 de Maio de 2015 às 10:12:43

tamanho da letra:

Notícias

A AECOPS solicitou ao ministro da Economia a criação de uma linha de crédito específica para o Setor e acessível a todas as empresas de construção portuguesas a operar em Angola.

Numa exposição enviada, em sede de FEPICOP, a Pires de Lima, é proposta a criação de um novo instrumento financeiro de apoio à Tesouraria e Fundo de Maneio das empresas de construção portuguesas, independentemente da sua dimensão, no valor de 500 milhões de euros, com um prazo máximo de dois anos e carência de um ano. “Tem-se por fundamental que todo o tecido empresarial da construção possa aceder a esta linha de apoio, não se limitando ao universo das pequenas e médias empresas, como sucede atualmente, e que o acesso por empresa seja proporcional ao valor das dívidas. Tal como se encontra previsto na “Linha de Crédito para as Empresas Portuguesas com Processo de Internacionalização em Angola” já existente, a taxa de juros a suportar pelas empresas seria calculada com base na Euribor a seis meses, acrescida de um spread variável consoante o perfil de risco da empresa”, frisa a AECOPS no documento.
A favor desta pretensão, a AECOPS destaca, em geral, a “inquestionável relevância da presença das empresas portuguesas de construção em Angola, quer em termos quantitativos, qualitativos e de geoestratégia para os interesses nacionais, designadamente para o reforço do papel de Portugal, tendo em conta a importância crescente de África para a União Europeia, e o facto de (…) ocuparem o primeiro lugar em Angola e o segundo no continente africano”.
Por outro lado e em particular, a Associação argumenta também que a presença da engenharia portuguesa em Angola assenta não só em pequenas e médias empresas, “mas fundamentalmente em grandes grupos empresariais, em muitos casos com décadas de experiência e de cooperação com as autoridades e os agentes económicos locais”, situação que entende ser “fundamental consolidar”.
Por fim, a AECOPS alerta para as consequências catastróficas que o eventual regresso de uma parcela significativa dos trabalhadores portugueses do Setor destacados em Angola, em virtude das difiduldades conjunturais e de tesouraria das empresas, acarretaria para a economia do País, nomeadamente no que se refere ao desemprego.
 

Comentar

Iniciar Sessão

Nome de Utilizador

Palavra-chave

Se não tem conta,

Registe-se aquiEsqueceu-se da palavra-chave?

Comentar este artigo

Título

Texto

Os comentários deste site são publicados após aprovação, pelo pedimos que respeitem os nossos Termos de Utilização.
O seu IP não será divulgado, mas ficará registado na nossa base de dados.
Por favor, não submeta o seu comentário mais de uma vez.