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Presidente do Fórum Mundial do Ambiente e Fundação Europeia do Ambiente sensibilizam líderes mundiais para a utilização de energias renováveis

29 de Outubro de 2014 às 14:58:31

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Mais de centena e meia de personalidades ligadas à defesa do Ambiente, de 46 países, assinaram uma declaração dirigida a filantropos e responsáveis de fundações, para os sensibilizar a usarem o seu poder económico no sentido de travar as alterações climatéricas.

A declaração foi apresentada este mês numa Cimeira do Clima promovida pelas Nações Unidas em Nova Iorque e foi assinada na Cimeira do Clima de Freiburg, Alemanha, ondes os respetivos signatários estiveram presentes a convite da Fundação Europeia do Ambiente, cujo Conselho integra Amalio de Marichalar, presidente do Fórum Mundial do Ambiente.
A principal questão abordada neste documento é a alteração dos investimentos em energia para as energias renováveis, diminuindo as emissões de CO2, assim como ajudar os novos empreendedores no sentido de abordar estas novas tecnologias da energia.
A declaração apresenta ainda números preocupantes, sendo que se prevê que, até ao final deste século, as temperaturas do planeta aumentem 4 a 6 graus, muito devido à utilização em massa de combustíveis fósseis.
Amalio de Marichalar defende, neste contexto, “a adoção de medidas para a contenção das alterações climatéricas, assim como a adaptação a cenários em que, em última instância, não se possam controlar as respetivas consequências negativas”.
O objetivo desta iniciativa vai nesse sentido e também no de se poder falar de sucesso, por altura da Cimeira do clima de Paris 2015. Foi esta afirmação que levou à produção e assinatura da declaração, apoiada por outros nomes de relevância ligados ao ambiente, como Aimée Christensen, consultora das Nações Unidas em energia sustentável, o escritor australiano Paul Gilding ou Jeremy Legget, empreendedor da energia solar.
O presidente do Forum Soria afirma considera inadmissível que os governos, tendo conhecimento da influência humana no aquecimento global, não acordem soluções pragmáticas e bem definidas. “Há uma falta de liderança verdadeiramente preocupante (…)”

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