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Arranca construção da ETAR de Alvalade

15 de Outubro de 2014 às 11:37:46

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Notícias

O dia 14 de outubro marcou o início da construção da ETAR de Alvalade, uma obra há muito desejada pela população. O auto de consignação da empreitada – em que foi dada posse pela Águas Públicas do Alentejo ao empreiteiro adjudicatário, a AMBIÁGUA, dos terrenos necessários à execução dos trabalhos, foi ontem assinado na Junta de Freguesia de Alvalade.

A empreitada de conceção / construção da ETAR de Alvalade tem como objetivo a construção de uma nova ETAR no local da atual instalação de tratamento, que permitirá tratar a totalidade dos efluentes gerados pelas populações de Alvalade e Mimosa. O equipamento foi dimensionado para uma população de 2350 habitantes e a sua atividade baseia-se no funcionamento de lamas ativadas. O valor da adjudicação da obra é de 1.398.229,52 euros (financiado em 70 % pelo QREN) e tem um prazo de execução de 705 dias, estando prevista a entrada em funcionamento da ETAR em agosto de 2015.
Presente na ocasião, o presidente da Câmara Municipal de Santiago do Cacém, Álvaro Beijinha, destacou o momento como “particularmente importante, em especial para a freguesia de Alvalade, porque esta é uma obra há muito esperada e um problema há muito identificado”. O autarca sublinhou que a obra tem “um papel absolutamente fundamental na qualidade de vida das pessoas. Aqui, nesta freguesia, não me recordo de ter havido um investimento público numa obra com o significado desta que estamos aqui a consignar”.
Por seu turno, Rui Madeira, presidente da Junta de Freguesia de Alvalade, congratulou-se com a obra, pois como referiu, “após vários anos vamos ter uma ETAR novamente a funcionar para que o tratamento dos esgotos seja feito”. O avultado investimento é também apontado pelo autarca como um fator relevante. “Nos últimos 20 anos, nunca houve uma obra pública desta envergadura, com tanto dinheiro a ser injetado na freguesia (…)”.
Em representação do conselho de administração da Águas Públicas do Alentejo, João Silva Costa alertou para a importância de “esta obra ter um prazo que tem de ser estritamente cumprido, por questões de financiamento comunitário”, ao passo que Joaquim Santos, diretor de produção da AMBIÁGUA, assegurou que tudo será feito “para estar à altura da responsabilidade”.


 

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