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Franceses, britânicos e chineses lideram investimento no imobiliário português

04 de Junho de 2014 às 14:46:12

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De acordo com os dados No primeiro trimestre de 2014, cerca de 3.500 cidadãos estrangeiros investiram no imobiliário português, representando este valor cerca de 14% do total de imóveis transacionados neste período.

Os dados são do Gabinete de Estudos da APEMIP – Associação dos Profissionais e Empresas de Mediação Imobiliária de Portugal, que identifica os cidadãos britânicos e franceses no Top 3 dos investidores que mais procuram o mercado português, um facto que prova, segundo o presidente da Associação, Luís Lima, “que o Regime Fiscal para Residentes Não Habituais tem captado um largo número de investidores” e também que, apesar da Autorização de Residência para Investimento ser um programa mais popular, são os cidadãos europeus que mais procuram Portugal”.
Refira-se que, antecipando a importância que o investimento francês tem hoje para o mercado imobiliário português, a APEMIP assinou no Salão Imobiliário de Portugal de 2012 um protocolo de parceria com a sua congénere francesa, o Syndicat Français de L’Immobilier (SNPI). Este acordo, que teve como objetivo a divulgação de imóveis entre os dois países, será agora atualizado de acordo com as necessidades atuais dos respetivos mercados imobiliários. Este aditamento terá lugar no próximo dia 5 de junho, no âmbito do Congresso anual da SNPI, a decorrer no Porto. “Um país como o nosso que não teve uma bolha imobiliária e que tem imóveis de muito boa qualidade deve apostar na sua promoção junto dos mercados estrangeiros”, defende a propósito o presidente da APEMIP.
O aditamento a este protocolo irá visar sobretudo a cooperação e o intercâmbio entre as duas associações, em torno de um objetivo comum: a criação de uma rota de negócios mais segura e transparente, através da troca de informação sobre os respetivos mercados e da promoção de encontros entre as imobiliárias de ambos os países.
Luís Lima prevê que o investimento estrangeiro no imobiliário português represente entre 1,5 a 2 mil milhões de euros em 2014, número que é “facilmente multiplicável pois há outros setores a beneficiar do investimento feito em imobiliário”, e lamenta que “um setor que traz tamanho potencial de investimento continue a não receber quaisquer tipo de apoios à internacionalização”, acrescentando ainda que “a recuperação da economia do país poderá não viver exclusivamente das exportações, mas o investimento que estas gerarem irão contaminar positivamente o mercado e a confiança internos”.

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