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Divulgado relatório sobre as Infraestruturas de Elevado Valor Acrescentado

31 de Janeiro de 2014 às 17:06:32

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O setor da Construção e do Imobiliário defende que o Governo deve aproveitar o relatório final do Grupo de Trabalho para as Infraestruturas de Elevado Valor Acrescentado para definir uma política de investimento em infraestruturas e, bem assim, priorizar o destino dos próximos fundos comunitários.

De igual modo, considera que o documento pode ajudar as empresas do Setor a ajustarem-se e posicionarem-se no mercado das obras públicas.

Em comunicado emitido após a entrega daquele documento ao Primeiro-Ministro, a CPCI-Confederação Portuguesa da Construção e do Imobiliário, entidade na qual a AECOPS ocupa a vice-presidência, afirma que “o Grupo de Trabalho para as Infraestruturas de Elevado Valor Acrescentado constitui um passo incontornável com vista à definição de uma estratégia de crescimento consolidado, transversal a toda a economia, fundamental para o desenvolvimento da atividade económica e para a criação de emprego”.
A Confederação, que fez parte do grupo de trabalho criado em agosto de 2013 com o objetivo de definir quais os projetos de investimento prioritários para Portugal, relembra que há muito que defende “um adequado planeamento e a calendarização do investimento em infraestruturas”, matéria plenamente assumida no “Compromisso para a Competitividade Sustentável do Setor da Construção e Imobiliário” que subscreveu com o Governo e razão porque, sublinha, “este foi um desafio que contou com o nosso total empenhamento”.

Documento deve orientar Governo e empresas

O Relatório, diz a Confederação, “reflete uma visão consensual por parte dos agentes económicos e coloca em destaque obras prioritárias que dão resposta a necessidades concretas da economia, identificando investimentos essenciais para que as empresas nacionais, de todos os setores, possam ser mais competitivas”.
Considerando, ainda assim, que “o trabalho não se esgota aqui”, salienta que “o Governo tem agora seguramente na sua posse um diagnóstico independente que lhe permitirá fundamentar as suas opções políticas e definir as prioridades do novo pacote financeiro para o período 2014-2020”.
Quanto às empresas, em particular da Construção e do Imobiliário, a CPCI encara o relatório apresentado e a reflexão que lhe está subjacente como “um contributo positivo para que os empresários possam ajustar-se e posicionar-se face a projetos identificados e devidamente planificados”, conclui.
O relatório final do “Grupo de Trabalho para as Infraestruturas de Elevado Valor Acrescentado” foi, recorde-se, entregue no passado dia 27 de janeiro ao Primeiro-Ministro, Pedro Passos Coelho, tendo entrado em discussão pública no dia 29.
O documento identifica 30 projetos prioritários até 2020, com destaque para os portos e a ferrovia, e que representam um investimento global superior a 5,1 mil milhões de euros, sendo na sua maioria financiados por fundos comunitários - 3,132 mil milhões (61,4%) - seguido do setor público - 1,428 mil milhões (28%) - e, por último, pelos privados, com 543 milhões (10,6%).



 

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