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Setor aumenta faturação no estrangeiro em 20%

11 de Dezembro de 2013 às 14:54:08

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Notícias

Gerador de um volume de negócios, em 2012, à volta dos 5 mil milhões de euros, que representaram 3% do PIB português, o mercado internacional continua a revelar-se essencial para a solidez de milhares de empresas de construção.

Desta realidade dá conta o mais recente número da publicação da AECOPS que retrata, em cada momento, o estado da presença internacional da Construção lusa.
Os resultados da atividade do setor da Construção no estrangeiro voltam, assim, a estar em foco no n.º 3 de “Cadernos da internacionalização”, desta vez com referência ao ano de 2012, período durante o qual, num contexto de quebra significativa do mercado interno, as empresas nacionais consolidaram as suas estratégias de internacionalização, sobretudo em mercados extracomunitários, marcando presença em mais de 30 países.
De acordo com os dados recolhidos, “o volume de negócios obtido no exterior rondou os 5 mil milhões de euros e o valor atingido em novas contratações ultrapassou os 4 mil milhões de euros, num universo estimado de cerca de 5.560 empresas”.
Globalmente, salienta-se que a atividade desenvolvida no exterior pelo Setor ter-se-á intensificado em 2012, com o volume de negócios a aumentar de 20% face ao ano anterior. Já os novos contratos celebrados revelaram uma quebra de 31% relativamente a 2011, decréscimo que foi mais intenso na Europa, mas onde, em contrapartida, ocorreu um ligeiro aumento do volume de negócios comparativamente a 2011.
A evolução da atividade internacional das construtoras portuguesas num espaço de tempo mais alargado é também objeto de análise no documento, que refere a multiplicação por três do volume de negócios do Setor no exterior entre 2006 e 2012, tendo passado de 1.7 mil milhões para os já referidos quase 5 mil milhões de euros. 
Para além da análise estatística, que evidencia a importância que continua a assumir, quer para as empresas do Setor, quer para o País, o trabalho que tem vindo a ser feito no exterior e destaca a preponderância geográfica, atual e futura, dos vários países com presença portuguesa, a publicação da AECOPS avança também com uma dissecação dos principais fatores críticos de sucesso e que devem ser tidos em conta no processo de decisão de entrada em mercados estrangeiros.
Compõem ainda o n.º 3 de “Cadernos da Internacionalização” um balanço das medidas de apoio à internacionalização implementadas em 2012 pelas entidades governamentais, assim como um artigo sobre a “Estratégia das Grandes Empresas Europeias de Construção no Contexto de Crise do Mercado Europeu”.
A relação dos Acordos Bilaterais celebrados por Portugal, assim como da legislação estrangeira mais relevante publicada entre janeiro e outubro do corrente ano conclui mais este número da publicação da AECOPS.

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