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AECOPS esclarece paragem de obras da Parque Escolar

14 de Novembro de 2013 às 15:07:20

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Notícias

Depois de o ministro da Educação, Nuno Crato, ter atribuído a paragem de obras no âmbito da Parque Escolar à “falência de empreiteiros”, o presidente da AECOPS, Ricardo Pedrosa Gomes, explica, em entrevista à Rádio Renascença, porque é que se chegou a estas duas situações.

Ricardo Gomes garante àquele canal de rádio que a Parque Escolar nem sempre pagou a tempo e horas aos responsáveis pela empreitada e afirmou que, quando forem retomadas as obras, é muito provável as empresas que as iniciaram ou já não existam ou estejam em processo de insolvência.
À afirmação proferida por Nuno Crato durante a audição parlamentar no âmbito da discussão na especialidade da proposta de Orçamento do Estado para 2014, de que “há obras paradas em escolas secundárias da Parque Escolar devido a situações de contencioso por falência dos empreiteiros”, o presidente da AECOPS contrapõe que se tal acontece é por incumprimento da empresa pública. “É preciso perceber que, em alguns casos, os incumprimentos (por parte das construtoras), se os houve, foram em muito resultado da incapacidade que, em determinado momento, a Parque Escolar teve de pagar a tempo e horas. E, numa situação de mercado como aquela que estamos a viver, em que as empresas estão frágeis, é claro que, colocadas perante essa situação, muitas delas não tiveram condições de responder, porque uma coisa acaba por estar na origem da outra”, disse.
Perante a possibilidade de, na altura em que essas obras vierem a ser retomadas, algumas das empresas que as iniciaram não estarem em condições de prosseguir os trabalhos entretanto parados, aquele responsável disse acreditar que muitas delas já não existirão. “Isso é garantido!”, declarou, insistindo que há escolas em que muitos dos empreiteiros que começaram os contratos, se forem chamados, não terão capacidade de resposta, seja porque já não existam, seja porque se encontrem em processo de insolvência. 

Oiça aqui (ao minuto 4:00) as declarações do Presidente da AECOPS à Rádio Renascença.


 

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