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Iniciativa conjunta da Roca, SIMLIS e SIMTEJO defende a importância do saneamento básico

20 de Novembro de 2013 às 16:18:14

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Notícias

No Dia Mundial do Saneamento Básico, celebrado ontem, a Roca e a Águas de Portugal, através das suas empresas SIMLIS e SIMTEJO, desenvolveram uma iniciativa que apela à adesão na causa do melhoramento do saneamento básico a nível mundial.

Tendo em conta que o saneamento reduz a mortalidade, esta ação pretendeu alertar para as consequências do saneamento básico na saúde das populações e para a importância da preservação da água.

Os presentes tiveram a oportunidade de desfrutar da experiência sensorial “História Sensorial da Água” da SIMTEJO – uma peça que utiliza apenas sons, sem imagens ou palavras, com o objetivo de sensibilizar para a preservação da água. Decorreu ainda a apresentação do projeto de sensibilização ambiental ”O cano é que paga”, uma iniciativa da SIMLIS, que visa sensibilizar a população para a não colocação de lixo nos esgotos, bem como apelar para a adoção de boas práticas.

Em representação da ROCA, Artur Silva, Marketing & Product Manager da empresa, alertou para “a importância de uma empresa como a Roca ter um papel ativo na sensibilização da população portuguesa para a necessidade de preservar os recursos hídricos, tendo em conta que uma parcela significativa do consumo de água é efetuada na casa de banho”. Por outro lado, e no âmbito da Fundação We Are Water, o responsável abordou o tema relacionado com “as melhorias significativas que se obtêm quando temos acesso a uma rede de saneamento básico”.

Eugénia Dantas, da SIMTEJO, empresa responsável pelo tratamento de águas residuais da grande Lisboa, reforçou “a necessidade de comunicar aos cidadãos a importância da preservação da água, enquanto recurso fundamental para a saúde e higiene das populações, preservação essa que passa pela forma como tratamos os sanitários.” “A experiência sensorial que apresentámos pretende estimular a reflexão sobre a importância dos recursos hídricos enquanto um bem escasso da natureza, que tem de ser doseado e gerido com responsabilidade”, afirmou.

Filipa Alves, da SIMLIS, reafirmou “a importância do papel de todas as instituições presentes, e respetivos parceiros, na sensibilização da população para o facto de, tendo acesso a um conjunto de recursos de consumo de água em condições a um preço acessível, é necessário exigir a todos nós a preservação destas estruturas, fundamentais para a melhoria do nível de vida dos portugueses”.

Este evento foi uma oportunidade para reunir num mesmo espaço diversas entidades que procuram, através do seu testemunho e ação, a descoberta de soluções que contribuem para a resolução de um problema da sociedade atual, como é o do acesso ao saneamento básico.
Segundo dados da ONU, 2.500 milhões de pessoas não têm acesso a saneamento básico. E se a tendência atual se mantiver, estima-se que, em 2015, este número seja amplamente excedido. As regiões com pior cobertura são a África subsariana (31%), o sul da Ásia (36%) e a Oceânia (53%).

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