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Angola, Brasil, Cabo-Verde e Moçambique em foco no 1º Fórum da Construção, Imobiliário e Segurança para a Lusofonia

08 de Maio de 2013 por Lurdes Neto às 12:21:16

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Notícias

As portas da FIL - Feira Internacional de Lisboa abriram-se a mais uma edição da Tektónica, este ano em simultâneo com a Segurex, com a realização do 1º Fórum da Construção, Imobiliário e Segurança para a Lusofonia, um evento convergente aos dois salões, que reuniu responsáveis nacionais e de países lusófonos e onde marcaram presença o ministro da Administração Interna, Miguel Macedo, e o secretário de Estado das Obras Públicas, Transportes e Comunicações, Sérgio Silva Monteiro.

Sendo alguns dos potenciais mercados onde as empresas portuguesas podem desenvolver os seus negócios além-fronteiras, Angola, Brasil, Cabo-Verde e Moçambique foram os países em destaque nesta iniciativa, que teve por objetivo a exploração de oportunidades de investimento e a promoção de sinergias entre empresas portuguesas, angolanas, brasileiras, cabo-verdianas e moçambicanas.

África é o principal mercado para as construtoras portuguesas

Na conferência, organizada pela AIP – Feiras, Congressos e Eventos em parceria com a aicep Portugal Global e a CPCI - Confederação Portuguesa da Construção e do Imobiliário, participaram João Belo Rodeia, presidente do CIALP, Carlos Matias Ramos, bastonário da Ordem dos Engenheiros, e José António Garçoa da Silva, presidente da APSEI, bem como, representantes de entidades dos setores da Construção, Imobiliário e Segurança de países do espaço da lusofonia.
Segundo dados apresentados pelo bastonário da Ordem dos Engenheiros na sua intervenção, em 2011, os contratos obtidos pelas empresas portuguesas no setor da Construção fora de Portugal representavam mais de 10% das exportações portuguesas e 4% do PIB nacional. Entre 2008 e 2011 a atividade externa duplicou, passando de uma faturação de 1.961 milhões de euros para 4.132 milhões. Deste total, apenas 15,6% resultaram de atividade nos países Europeus, sendo os restantes 84,4% repartidos em percentagens de 89,7% por África (correspondendo 44% a Angola), 7,0% América Central e do Sul e 3,1% pela América do Norte.
África constituiu, pois, o principal mercado para as empresas de construção portuguesas e é nele, mas também no brasileiro, em franco crescimento, que as empresas nacionais do setor devem apostar como forma de contornar o adverso contexto económico nacional.

Apoio à internacionalização

Construção, Imobiliário, e Segurança são setores convergentes em termos de negócio e oportunidades conjuntas de investimento o que justificou, segundo os seus organizadores, a realização deste Fórum direcionado para mercados que representam no seu conjunto, direta ou indiretamente, aproximadamente dois biliões de consumidores.
Com esse propósito em vista, o secretário de Estado das Obras Públicas, Transportes e Comunicações, Sérgio Silva Monteiro, esteve presente no momento em que os presidentes da Fundação AIP, Jorge Rocha de Matos, da CPCI, Reis Campos, e da CIMLOP, Luís Carvalho Lima, assinaram um protoloco de cooperação que consiste em criar estratégias e oportunidades para as empresas portuguesas do setor da Construção e do imobiliário se internacionalizarem.

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