Diretor: José Tomaz Gomes | Editor: AECOPS
13 de Maio de 2010 às 15:14:34
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Numa iniciativa da AICEP, em colaboração com diversas entidades, entre elas a CPCI – Confederação Portuguesa da Construção e do Imobiliário, de que faz parte a AECOPS, decorrem hoje e amanhã na FIL e no âmbito da Tektónica, quatro workshops dedicados aos mercados de Marrocos, Angola, Líbia e Argélia. Ou seja, a mercados externos de elevado potencial , que representam assim boas oportunidades de negócios para as empresas portuguesas de Construção.

Como referiu o presidente da AICEP, Basílio Horta, ontem durante a cerimónia de abertura das jornadas: “o objectivos destes seminários é mostrar a estes mercados as capacidades das empresas portuguesas”, nomeadamente do sector da Construção, que hoje já são “reconhecidas como das melhores no panorama internacional”. Em poucos anos, disse, as construtoras nacionais souberam internacionalizar-se e mostrar no exterior a qualidade das suas obras, de tal modo que, hoje, a exportação representa já 2,8 mil milhões de euros.
Sector afirma-se no exterior
Também Manuel Agria, vice-presidente da CPCI, exaltou na sua intervenção a qualidade das construtoras nacionais, afirmando que “já vai o tempo em que as empresas portuguesas eram vistas no estrangeiro como meras prestadoras de serviços”. Aliás, a Construção é mesmo o sector que mais tem crescido em termos de exportação nos últimos tempos (28% em média anual, disse, o que revela bem a capacidade das empresas.
A concluir a sua intervenção e depois de fazer o paralelismo entre o caracol e a actividade exportadora das empresas de construção que, quando se deslocam, levam a ‘casa às costas’, Manuel Agria apelou às construtoras para que sejam a ‘bandeira de Portugal’ no exterior.
O secretário de Estado das Obras Públicas, Paulo Campos, em representação do Primeiro-Ministro, encerrou a cerimónia de abertura das jornadas “Portugal Constrói” , onde participou ainda o presidente da AIP, Rocha de Matos.
Na sua intervenção e depois de elogiar a realização de mais uma edição da Tektónica, o governante reiterou a afirmação do vice-presidente da CPCI, sublinhando que é “no mercado interno que as empresas ganham experiência e competências para depois irem para o exterior”, pelo que “é preciso apoiá-las”.
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