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FIEC contesta cortes financeiros às RTE-T

17 de Dezembro de 2010 às 11:58:53

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A FIEC congratula-se com o compromisso final alcançado sobre o Orçamento Europeu para 2011, mas lamenta que para tal se tenham cortado verbas significativas ao programa das Redes Transeuropeias de Transporte (RTE-T).

Num comunicado emitido após a adopção recente pelo Parlamento Europeu daquele acordo, que afastou o risco para que caminhava a União Europeia de ter de operar nos próximos meses sob o sistema de duodécimos, a FIEC manifesta a sua satisfação pelo facto de as instituições europeias terem conseguido acertar um aumento “razoável” do OE, de 2,9%, considerando a profunda crise económica em que toda a zona se encontra. No entanto, “lamentamos profundamente que o compromisso político tenha sido alcançado à custa de programas de investimento, nomeadamente do das Redes Transeuropeias de Transportes (RTE-T)", sublinha no mesmo documento Jacques Huillard, vice-presidente da Federação da indústria europeia da Construção.


E reclama 30 mil milhões a partir de 2014


De facto, comparativamente à proposta inicial, baseada nas necessidades de investimento, as verbas para as RTE-T acabaram por ser cortadas em cerca de 5%, o que irá afectar directamente os estudos actualmente em curso, assim como os respectivos projectos de execução.
Jacques Huillard lembra ainda que "a dotação para as RTE-T já tinha sofrido um corte de dois terços durante as negociações do OE para 2005, tendo passado de 20 mil milhões de euros para oito mil milhões. Portanto, este crucial programa de investimento é novamente o que mais sofre com as restrições orçamentais, o que questiona a viabilidade de se atingirem os objectivos da Estratégia Europa 2020, de um crescimento inteligente, sustentável e inclusivo", alerta o mesmo responsável.
Antecipando-se às discussões para o próximo quadro financeiro, que terá início em 2014, a FIEC aproveita para apelar à UE ao cumprimento das suas promessas, e a programar, pelo menos, um quinto do total dos custos dos restantes 30 projectos prioritários da RTE-T, isto é, 30 mil milhões de euros dos 150 mil milhões que ainda terão de ser financiados.

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