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Obras licenciadas e concluídas continuam em queda

16 de Dezembro de 2013 às 09:54:10

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Economia

O licenciamento e a conclusão de edifícios mantiveram, no 3º trimestre do ano, uma tendência decrescente, perfazendo um total de 4,1 mil e 4,7 mil edifícios, respetivamente.

Segundo o INE, o licenciamento registou uma quebra homóloga de 20,6%, enquanto nos edifícios concluídos se verificou uma diminuição, relativamente ao mesmo trimestre de 2012, de 27,6%.
Comparativamente com o trimestre anterior, o número de edifícios licenciados diminuiu 4,1% e os edifícios concluídos decresceram 10,8%.

Reabilitação também caiu

Dos 4,1 mil edifícios licenciados, 61,6% corresponderam a construções novas e, destas, 58,9% destinavam-se a habitação familiar.
Face ao 3º trimestre de 2012, os fogos licenciados em construções novas para habitação familiar registaram uma redução de 21,4%.
A região de Lisboa apresentou a variação mais negativa nos edifícios licenciados (-63,8%) ainda que todas as restantes regiões tenham apresentado variações homólogas negativas, embora menos acentuadas. Na região Centro observou-se a variação menos negativa (-9,9%).
No que diz respeito às obras licenciadas para reabilitação de edifícios, observou-se uma variação homóloga negativa (-9,5%). As regiões Norte e Centro registaram variações positivas (7,7% e 10,3%). Em todas as restantes regiões se observaram variações negativas, com especial destaque para a região de Lisboa (-70,7%).

Fogos concluídos diminuíram 29,0%

Relativamente ao número total de edifícios concluídos (construções novas, ampliações, alterações e reconstruções) estima-se que a maioria corresponda a construções novas (75,6%) e que, destas, 80,3% se destinem a habitação familiar. Os fogos concluídos diminuíram 29,0% no 3º trimestre de 2013, face a igual período de 2012.
Todas as regiões apresentaram variações homólogas negativas nos edifícios concluídos, com especial destaque para os Açores e Algarve, que apresentaram as variações mais negativas, respetivamente -43,6% e -42,0%.
As obras concluídas para reabilitação de edifícios registaram uma variação homóloga de -34,8%. Em todas as regiões se observaram variações homólogas negativas, sendo a mais acentuada no Alentejo (-50,3%) e a menos intensa no Algarve (-14,0%).

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